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Manual do Proprietário

1.   Apresentação

1.1. Introdução

Como ocorre com qualquer outro produto, a manutenção do imóvel, além da qualidade dos materiais e serviços empregados na construção, depende do uso adequado de seus equipamentos e componentes.

Todos os dados deste Manual compuseram a construção de seu apartamento. Aqui se apontam as principais definições técnicas e, de acordo com os fornecedores, as orientações para os usos adequados e a manutenção dos materiais empregados.

Neste sentido, é muito importante que você leia com atenção este Manual e o conserve sempre à mão para eventual uso quando for necessário.

Ao lado dos direitos, o condômino tem os deveres correspondentes, cujo descumprimento pode configurar negligência e acarretar a perda de suas prerrogativas de garantia, conforme tabela no capítulo “Garantia e Atendimento”.

O condômino deve ler todas as instruções deste manual sobre a utilização do imóvel e dos equipamentos. A negligência pode caracterizar má conservação ou uso inadequado da unidade, isentando a construtora e os demais fornecedores de qualquer responsabilidade, mesmo estando dentro dos prazos de garantia.

A vida útil de produtos também depende de sua utilização pelo condômino, que deve conservar e usar o imóvel nos termos recomendados pela construtora/fabricante, para usufruir a garantia oferecida.

A manutenção passa a ser de responsabilidade do adquirente quando ele recebe as chaves ou elas estão à sua disposição. A inexistência de manutenção pode, até mesmo, afetar a segurança da construção. O adquirente é responsável:

§  Pela conservação de sua unidade, cuja vida útil está intimamente ligada aos cuidados permanentes;

§  Pela conservação, no que lhe couber, das unidades que limitam com a sua;

§  Pela conservação das partes comuns do edifício;

§  Pelo cumprimento da convenção do condomínio e de seu regulamento interno;

§  Pela segurança patrimonial de todos;

§  Pela observância e pelo fomento das práticas de boa vizinhança;

§  Pelo repasse deste Manual ou de cópia ao proprietário que lhe suceder ou outro qualquer ocupante, exigindo que este procedimento seja observado em toda cadeia de sucessores;

§  Pelo registro das alterações nas instalações originais da unidade no capítulo “Anexos Técnicos e Personalizações”.

 

1.2. Definições

Área de uso privativo: áreas cobertas ou descobertas que definem o conjunto de dependências e instalações de uma unidade autônoma, constituída da área da unidade autônoma de uso exclusivo destinado à atividade ou uso principal da edificação e da área privativa acessória destinada a usos acessórios, como depósitos e vagas de garagem, conforme a ABNT NBR 12721:2006

Componente: unidade integrante de determinado elemento do edifício, com forma definida e destinada a cumprir funções especificas (exemplos: bloco de alvenaria, telha, folha de porta).

Construtor: pessoa física ou jurídica, legalmente habilitada, contratada para executar o empreendimento de acordo com o projeto e em condições mutuamente estabelecidas.

Degradação: redução do desempenho devido à atuação de um ou de vários agentes de degradação.

Desempenho: comportamento em uso de uma edificação e de seus sistemas.

Durabilidade: capacidade do edifício ou de seus sistemas de desempenhar suas funções, ao longo do tempo e sob condições de uso e manutenção especificadas, até um estado-limite de utilização.

Edificação: produto constituído de um conjunto de sistemas, elementos ou componentes estabelecidos e integrados em conformidade com os princípios e técnicas da engenharia e da arquitetura.

Elemento: parte de um sistema com funções específicas. Geralmente é composto por um conjunto de componentes (por exemplo, parede de vedação de alvenaria, painel de vedação pré-fabricado, estrutura de cobertura).

Empresa capacitada: organização ou pessoal que tenha recebido capacitação, orientação e responsabilidade de profissional habilitado e que trabalhe sob responsabilidade de profissional habilitado.

Empresa especializada: organização ou profissional liberal que exerce a função na qual são exigidas qualificação e competência técnicas específicas.

Equipe de manutenção local: pessoas que realizam diversos serviços tenham recebido orientação e possuam conhecimento de prevenção de riscos e acidentes.

Falha: ocorrência que prejudica a utilização do sistema ou do elemento, resultando em desempenho inferior ao requerido.

Fornecedor: organização ou pessoa que fornece um produto (por exemplo, produtor, distribuidor, varejista ou comerciante de um produto ou prestador de um serviço ou informação).

Garantia legal: direito do consumidor de reclamar reparos, recomposição, devolução ou substituição do produto adquirido, conforme legislação vigente.

Garantia contratual: condições dadas pelo fornecedor por meio de certificado ou contrato de garantia para reparos, recomposição, devolução ou substituição do produto adquirido.

Incorporador: pessoa física ou jurídica, comerciante ou não, que, embora não efetuando a construção, compromisse ou efetive a venda de frações ideais de terreno, objetivando a vinculação de tais frações a unidades autônomas, em edificações a serem construídas ou em construção sob regime condominial, ou que meramente aceita propostas para efetivação de tais transações, coordenando e levando a termo a incorporação e responsabilizando-se, conforme o caso, pela entrega em certo prazo e preço e determinada condições das obras concluídas.

Inspeção predial de uso e manutenção: análise técnica, através de metodologia específica, das condições de uso e de manutenção preventiva e corretiva da edificação.

Manifestação patológica: irregularidade que se manifesta no produto em função de falhas no projeto, na fabricação, na instalação, na execução, na montagem, no uso ou na manutenção, bem como problemas que não decorram do envelhecimento natural.

Manual de uso, operação e manutenção: documento que reúna as informações necessárias para orientar as atividades de conservação, uso e manutenção da edificação e operação dos equipamentos.

Manutenção: conjunto de atividades a serem realizadas para conservar e recuperar a capacidade funcional da edificação e de seus sistemas constituintes de atender as necessidades e segurança dos seus usuários.

Manutenibilidade: grau de facilidade de um sistema, elemento ou componente de ser mantido ou recolocado no estado no qual possa executar suas funções requeridas, sob condições de uso especificadas, quando a manutenção é executada sob condições determinadas, procedimentos e meios prescritos.

Pé-direito: distância entre o piso de um andar e o teto deste mesmo andar.

Prazo de garantia: período de tempo em que é elevada a probabilidade de que eventuais vícios ou defeitos em um sistema, em estado de novo, venham a se manifestar, decorrentes de anomalias que repercutam em desempenho inferior àquele previsto.

Previsão orçamentária: documento contendo a estimativa de custo para a realização dos serviços previstos no programa de manutenção

Operação: conjunto de atividades a serem realizadas em sistemas e equipamentos com a finalidade de manter a edificação em funcionamento adequado.

Operador: pessoa treinada ou preferencialmente qualificada, que atua na condução e controle de sistemas e equipamentos instalados na edificação.

Serviço de manutenção: intervenção realizada na edificação e seus sistemas, elementos ou componentes constituintes.

Sistema: a maior parte funcional do edifício. Conjunto de elementos e componentes destinados a cumprir com uma macrofunção que a define (exemplo: fundação, estrutura, vedações verticais, instalações hidrossanitárias, cobertura).

Sistema de manutenção: conjunto de procedimentos organizados para gerenciar os serviços de manutenção.

Uso: atividades a serem realizadas pelos usuários na edificação dentro das condições previstas em projeto.

Usuário: pessoa que ocupa ou utiliza as dependências da edificação.

Vida útil do projeto (VUP): período estimado de tempo em que um sistema é projetado para atender aos requisitos de desempenho, desde que cumprido o programa de manutenção previsto no manual de operação, uso e manutenção.

 

 

 

 

 

 

 

 

2.   Garantias e assistência técnica

A Construtora e/ou Incorporadora se obriga a fornecer a todos os adquirentes das unidades autônomas o Manual do Proprietário e ao síndico o Manual das Áreas Comuns, bem como o esclarecimento para o seu uso correto e dos prazos de garantia e manutenções a serem feitas;

A Construtora e/ou Incorporadora se obriga a prestar, dentro dos prazos de garantia, o serviço de Assistência Técnica, reparando, sem ônus, os vícios ocultos e aparentes dos serviços, conforme constante no Termo de Garantia;

A Construtora e/ou Incorporadora se obriga a prestar o Serviço de Atendimento ao Cliente para orientações e esclarecimentos de dúvidas referentes à manutenção preventiva e à garantia;

O proprietário se obriga a efetuar a manutenção preventiva do imóvel, conforme as orientações constantes neste Manual do Proprietário, sob pena de perda de garantia;

O proprietário é responsável pela manutenção preventiva de sua unidade, e é corresponsável pela Manutenção Preventiva do conjunto da edificação, conforme estabelecido nas Normas Técnicas Brasileiras, no Manual do Proprietário e no Manual das Áreas Comuns, obrigando-se a permitir o acesso do profissional destacado pela Construtora e/ou Incorporadora, para proceder às vistorias técnicas necessárias, sob pena de perda de garantia;

O síndico é responsável pela elaboração e execução do Programa de Manutenção Preventiva de acordo com a NBR 5674 – Manutenção da Edificação;

No caso de revenda, o proprietário se obriga a transmitir as orientações sobre o adequado uso, manutenção e garantia do seu imóvel, ao novo condômino entregando os documentos e manuais correspondentes;

No caso de alteração do Síndico, ou responsável pelo gerenciamento do edifício, este se obriga a transmitir as orientações sobre o adequado uso, manutenção e garantia das áreas comuns, ao seu substituto, entregando os documentos e manuais correspondentes;

Constatando-se na visita de avaliação dos serviços solicitados que esses serviços não estão enquadrados nas condições da garantia, será cobrada uma taxa de visita, e não caberá à Construtora e/ou incorporadora a execução dos serviços;

Após a entrega, a empresa Construtora pode efetuar vistorias nas unidades autônomas selecionadas por amostragem, e nas áreas comuns, a fim de verificar a efetiva realização das manutenções e o uso correto do imóvel, bem como avaliar os sistemas quanto ao desempenho dos materiais e funcionamento, de acordo com o estabelecido no Manual do Proprietário e Manual das Áreas Comuns, obrigando se o proprietário e o condomínio, em sequência, a permitir o acesso do profissional em suas dependências e nas áreas comuns, para proceder à Vistoria Técnica, sob pena de perda de garantia.

A Cyrela é responsável pela construção do imóvel segundo as prescrições do Código de Proteção e Defesa do Consumidor. Abaixo estão relacionados os seguintes tipos de problemas e seus prazos de garantia assim estabelecidos:

Vícios Aparentes:

São aqueles de fácil constatação, detectados quando da vistoria para recebimento do imóvel.

Vícios Ocultos:

São aqueles não detectáveis no momento de entrega do imóvel, e que podem surgir durante a sua utilização regular. A empresa Construtora, no entanto, só pode ser responsabilizada caso a origem do vício oculto seja, comprovadamente, anterior à entrega do imóvel.

Solidez e Segurança:

São itens relacionados à solidez da edificação, e que possam comprometer a sua segurança, nele incluídos peças e componentes da estrutura do edifício, tais como lajes, pilares, vigas, estruturas de fundação, contenções e arrimos.

Prazo de garantia:

Os prazos de garantia de material e serviço dos sistemas estão relacionados a seguir, com validade a partir da data do auto de conclusão do imóvel – Habite-se.

As responsabilidades sobre a qualidade são definidas pelo Novo Código Civil em vigor a partir de 10 de janeiro de 2003 no Capítulo VIII.

CAPÍTULO VIII

Da Empreitada

Art. 618. Nos contratos de empreitada de edifícios ou outras construções consideráveis, o empreiteiro de materiais e execução responderá, durante o prazo irredutível de cinco anos, pela solidez e segurança do trabalho, assim em razão dos materiais, como do solo.

Parágrafo único. Decairá do direito assegurado neste artigo o dono da obra que não propuser a ação contra o empreiteiro, nos cento e oitenta dias seguintes ao aparecimento do vício ou defeito.

Art. 441. A coisa recebida em virtude de contrato comutativo pode ser enjeitada por vícios ou defeitos ocultos, que a tornem imprópria ao uso a que é destinada, ou lhe diminuam o valor.

Art. 445. O adquirente decai do direito de obter a redibição ou abatimento no preço no prazo de trinta dias se a coisa for móvel, e de um ano se for imóvel, contando da entrega efetiva; se já estava na posse, o prazo conta-se da alienação, reduzido à metade.

§ 1o Quando o vício, por sua natureza, só puder ser conhecido mais tarde, o prazo contar-se-á do momento em que dele tiver ciência, até o prazo máximo de cento e oitenta dias, em se tratando de bens móveis; e de um ano, para os imóveis.

Art. 446. Não correrão os prazos do artigo antecedente na constância da cláusula de garantia; mas o adquirente deve denunciar o defeito ao alienante nos trinta dias seguintes ao seu descobrimento, sob pena de decadência.

 

ATENÇÃO

A garantia de aparelhos ou equipamentos instalados pela construtora em seu imóvel será a mesma do fabricante. O mesmo ocorre com os materiais empregados que possuem também garantias limitadas. Nas tabelas a seguir estão especificados os prazos de garantias dos fabricantes.

Variações de construção admissíveis

São consideradas variações admissíveis da construção:

§  Pequenas deformações ou fissuras na estrutura e em paredes, decorrentes da acomodação das peças estruturais do edifício, na medida em que ele passa a suportar novas cargas, ou pelo efeito de dilatação ou contração provocado por grandes variações de temperatura. Essas deformações são previstas dentro de limites estabelecidos por normas da ABNT;

§  Diferenças de textura e cor entre peças de granito, por serem materiais naturais, e ainda azulejos e cerâmicas, estes com menor tolerância, por serem produtos industrializados. Essas pequenas variações são normais e não requerem reparos e/ou trocas por parte da incorporadora / construtora.

Referências

As informações aqui prestadas visam dar uma orientação geral ao condômino em relação ao assunto, não entrando em pormenores de natureza técnica ou jurídica.

Para maiores esclarecimentos, consultem-se:

§  Código Civil Brasileiro;

§  Código de Defesa do Consumidor - Lei Federal 8.078/90;

§  Condomínio e Incorporação - Lei Federal 4.591/64.

Recomendações ao usuário

§  Leitura atenta das informações sobre a utilização e a manutenção do imóvel e de seus equipamentos;

§  Respeito às normas de uso indicadas pela Construtora e pelos fornecedores;

§  Conservação do imóvel, dando a devida manutenção preventiva às suas diversas partes, ver item 3.5, além do corresponsável pela realização e custeio da manutenção preventiva das áreas comuns.

§  Após a entrega, a Construtora poderá efetuar vistoria na sua unidade a fim de verificar a efetiva realização das manutenções preventivas relacionadas a seguir e do uso correto do imóvel, bem como avaliar os sistemas quanto do desempenho dos materiais e funcionamento, de acordo com o estabelecido neste manual, obrigando-se o proprietário e o condomínio, em consequência, a permitir o acesso do profissional em suas dependências e nas áreas comuns, para proceder à vistoria técnica, sob pena de perda de garantia.

 

2.1. Garantias

PRAZOS DE GARANTIA

Sistemas, elementos, componentes e instalações

Prazos de Garantia sugeridos para edifícios em construção,  ou que tiveram seus  projetos de construção protocolados para aprovação nos órgãos competentes anteriormente à vigência da norma ABNT NBR 15575 - (19/7/2013)

Os prazos de garantia indicados na Tabela abaixo iniciam-se a partir da expedição do “Auto de Conclusão”, denominado “Habite-se”

 

No ato da entrega

Especificado pelo fabricante (*)

6 meses

1 ano

2 anos

3 anos

5 anos

Equipamentos industriali-zados

Aquecedor individual

 

Desempenho do equipamento

 

Problemas com a instalação

 

 

 

Geradores de água quente

 

Desempenho do equipamento

 

Problemas com a instalação

 

 

 

 

 

No ato da entrega

Especificado pelo fabricante (*)

6 meses

1 ano

2 anos

3 anos

5 anos

Equipamentos industriali-zados (continuação)

Banheira de Hidromassagem/ SPA

 

Casco, motobomba e acabamento dos dispositivos

 

Problemas com a instalação

 

 

 

Instalações de interfone

 

Desempenho do equipamento

 

Problemas com a instalação

 

 

 

Ar condicionado individual ou central

 

Desempenho do equipamento

 

Problemas na infraestrutura e tubulação, exceto equipa-mentos e dispositivos

 

 

 

Exaustão mecânica

 

Desempenho do equipamento

 

Problemas com a instalação

 

 

 

Antena coletiva

 

Desempenho do equipamento

 

Problemas com a instalação

 

 

 

Circuito fechado de TV

 

Desempenho do equipamento

 

Problemas com a instalação

 

 

 

Elevadores

 

Desempenho do equipamento

 

Problemas com a instalação

 

 

 

Motobomba/ filtro (recircula-dores de água)

 

Desempenho do equipamento

 

Problemas com a instalação

 

 

 

Automação dos portões

 

Desempenho do equipamento

 

Problemas com a instalação

 

 

 

Sistemas de proteção contra descargas atmosféricas

 

Desempenho dos equipamentos

 

Problemas com a instalação

 

 

 

Sistema de combate a incêndio

 

Desempenho do equipamento

 

Problemas com a instalação

 

 

 

Porta corta-fogo

Regulagem de dobra-diças e maçanetas

Desempenho de dobradiças e molas

 

 

 

 

Problemas com a integridade do material (portas e batentes)

Pressurização das escadas

 

Desempenho do equipamento

 

Problemas com a instalação

 

 

 

Grupo gerador

 

Desempenho do equipamento

 

Problemas com a instalação

 

 

 

Sauna úmida

 

Desempenho do equipamento

 

Problemas com a instalação

 

 

 

Sauna seca

 

Desempenho do equipamento

 

Problemas com a instalação

 

 

 

 

 

No ato da entrega

Especificado pelo fabricante (*)

6 meses

1 ano

2 anos

3 anos

5 anos

Equipamentos industriali-zados (continuação)

Iluminação de emergência

 

Desempenho do equipamento

 

Problemas com a instalação

 

 

 

Sistema de segurança

 

Desempenho do equipamento

 

Problemas com a instalação

 

 

 

Sistemas de Automação

Dados – informática

 

Desempenho do equipamento

 

Problemas com a infra-estrutura, prumadas, cabos e fios

 

 

 

Voz - telefonia

 

Desempenho do equipamento

 

Problemas com a infra-estrutura, prumadas, cabos e fios

 

 

 

Video - televisão

 

Desempenho do equipamento

 

Problemas com a infra-estrutura, prumadas, cabos e fios

 

 

 

Instalações Elétricas - Tomadas/ Interruptores/ Disjuntores

Material

Espelhos danificados ou mal colocados

Desempenho do material e isolamento térmico

 

 

 

 

 

Serviços

 

 

 

Problemas com a instalação

 

 

 

Instalações Elétricas - Fios, Cabos e Tubulação

Material

 

Desempenho do material e isolamento térmico

 

 

 

 

 

Serviços

 

 

 

Problemas com a instalação

 

 

 

Instalações Hidráulicas - Colunas de Água Fria, Colunas de Água Quente e Tubos de queda de esgoto

Material

 

Desempenho do material

 

 

 

 

 

Serviços

 

 

 

 

 

 

Danos causados devido a movimentação ou acomodacão da estrutura

Instalações Hidráulicas - Coletores

Material

 

Desempenho do material

 

 

 

 

 

Serviços

 

 

 

Problemas com a instalação

 

 

 

Instalações Hidráulicas - Ramais

Material

 

Desempenho do material

 

 

 

 

 

Serviços

 

 

 

Problemas com as instalações embutidas e vedação

 

 

 

 

 

No ato da entrega

Especificado pelo fabricante (*)

6 meses

1 ano

2 anos

3 anos

5 anos

Instalações Hidráulicas - louças/ caixa de descarga/ bancadas

Material

Quebrados, trincados, riscados, manchados ou entupidos

Desempenho do material

 

 

 

 

 

Serviços

 

 

 

Problemas com a instalação

 

 

 

Instalações Hidráulicas - metais sanitários/ sifões/ flexíveis/ válvulas/ ralos

Material

Quebrados, trincados, riscados, manchados ou entupidos

 

Desempe-nho do material

 

 

 

 

Serviços

 

 

 

Problemas com a vedação

 

 

 

Instalações de gás

Material

 

Desempenho do material

 

 

 

 

 

Serviços

 

 

 

Problemas nas vedações das junções

 

 

 

Impermeabilização

 

 

 

 

 

 

Sistema de impermeabili-zação

Esquadrias de Madeira

Lascadas, trincadas, riscadas ou manchadas

 

 

Empenamento ou descola-mento

 

 

 

Esquadrias de Ferro

 

 

 

Má fixação, oxidação ou mau desempenho do material

 

 

 

Esquadrias de alumínio

Borrachas, escovas, articulações, fechos e roldanas

 

 

 

 

Problemas com a instalação ou desem-penho do material

 

 

Perfis de alumínio, fixadores e revestimentos em painel de alumínio

Amassadas, riscadas ou manchadas

 

 

 

 

 

Problemas com a integridade do material

Partes móveis (inclusive recolhedores de palhetas, motores e conjuntos elétricos de acionamento)

 

 

 

Problemas de vedação e funcio-namento

 

 

 

 

 

No ato da entrega

Especificado pelo fabricante (*)

6 meses

1 ano

2 anos

3 anos

5 anos

Revestimentos de paredes/ piso e teto

Paredes  e tetos internos

 

 

 

Fissuras perceptí-veis a uma distância superior a 1 metro

 

 

 

Paredes externas/ fachada

 

 

 

 

 

Infiltração decorrente do mau desem-penho do revestimento externo da fachada (ex: fissu-ras que possam vir a gerar infiltração)

 

Argamassa/ gesso liso/ componentes de gesso acartonado (Dry-wall)

 

 

 

 

 

 

Má aderência do reves-timento e dos compo-nentes do sistema

Azulejo/ cerâmica/ pastilha

Quebrados, trincados, riscados, manchados, ou com tonalidade diferente

 

Falhas no caimento ou nive-lamento inadequado dos pisos

 

Soltos, gretados ou desgaste excessivo que não por mau uso

 

 

Pedras naturais

Quebrados, trincados, riscados, ou  falhas no polimento (quando especifi-cado)

 

Falhas no caimento ou nivelamento inadequado dos pisos

 

Soltas ou desgaste excessivo que não por mau uso

 

 

Rejuntamento

Falhas ou manchas

 

 

Falhas na aderência

 

 

 

Pisos de madeira - tacos e assoalhos

Lascados, trincados, riscados, manchados ou mal fixados

 

 

Empena-mento, trincas na madeira e destacamento

 

 

 

Pisos de madeira - deck

Lascados, trincados, riscados, manchados ou mal fixados

 

 

Empena-mento, trincas na madeira e destaca-mento

 

 

 

 

 

No ato da entrega

Especificado pelo fabricante (*)

6 meses

1 ano

2 anos

3 anos

5 anos

Revestimentos de paredes/ piso e teto

Piso cimentado, piso acabado em concreto, contrapiso

 

 

Falhas no caimento ou nivelamento inadequado

 

Destaca-mento

 

 

Revestimentos especiais (fórmica, pisos eleva-dos, materi-ais compos-tos de alumínio)

Quebrados, trincados, riscados, manchados, ou com tonalidade diferente

 

 

 

Má aderência ou desgaste excessivo que não por mau uso

 

 

Forros

Gesso

Quebrados, trincados ou manchados

 

 

Fissuras por açomodação dos elemen-tos estruturais e de vedação

 

 

 

Madeira

Lascados ou mal fixados

 

 

Empenamen-to, trincas na madeira e destacamento

 

 

 

Pintura/ verniz (interna/externa)

Sujeira ou mau acabamento

 

 

Empenamen-to, descasca-mento, esfa-relamento, alteração de cor ou deteri-oração de acabamento

 

 

 

Vidros

Quebrados, trincados ou riscados

 

 

Má fixação

 

 

 

Quadras Poli-esportivas

Pisos flutuantes e de base asfáltica

Sujeira ou mau acabamento

Desempenho do sistema

 

 

 

 

 

Pintura do piso de con- creto polido

Sujeira ou mau acabamento

 

 

Empenamento, descasca-mento, esfa-relamento, alteração de cor ou deteri-oração de acabamento

 

 

 

Pisos em grama

 

 

Vegetação

 

 

 

 

Alambrados, equipamen-tos e luminárias

 

Desempenho do equipamento

 

Problemas com a instalação

 

 

 

 

 

 

No ato da entrega

Especificado pelo fabricante (*)

6 meses

1 ano

2 anos

3 anos

5 anos

Jardins

 

 

Vegetação

 

 

 

 

Playground

 

Desempenho dos equipamentos

 

 

 

 

 

Piscina

Revestimen-tos que-brados, trincados, riscados, rasgados, manchados ou com tonalidade diferente

Desempenho dos equipamentos

 

Problemas com a instalação

Revesti-mentos soltos, gretados ou desgaste excessi-vo que não por mau uso

 

 

Solidez/ Segurança da Edificação

 

 

 

 

 

 

Problemas em peças estrutu-rais (lajes, vigas, pilares, estruturas de fundação, contenções e arrimos) e em vedações (paredes de alvenaria,  Dry-wall e painéis pré-moldados) que possam comprometer  a solidez e segurança da edificação

(*) Entende-se por desempenho de equipamentos e materiais sua capacidade em atender os requisitos especificados em projeto, sendo o prazo de garantia o constante dos contratos ou manuais específicos de cada material ou equipamento entregues, ou 6 meses (o que for maior).

 

2.2. Perdas de garantias

As garantias serão perdidas nos seguintes casos:

§  Ocorram manchas por utilização de produtos químicos;

§  De quebra ou lascamento por impacto ou pela não observância dos cuidados durante o uso;

§  Verificados riscos causados por transporte de materiais ou objetos;

§  Se não forem tomados os cuidados de uso, de limpeza, as recomendações, as orientações e as manutenções preventivas indicadas e informadas neste manual;

§  Se durante o prazo de vigência da garantia (vide tabela a seguir) não for observado o que dispõe o Manual do Proprietário e a NBR 5674 - Manutenção da Edificação, no que diz respeito à manutenção preventiva correta, para imóveis habitados ou não;

§  Se, nos termos do art. 393 do Código Civil Brasileiro atualizado 2003, ocorrer qualquer caso fortuito, ou por força maior, que impossibilite a manutenção da garantia concedida;

§  Se for executada reforma no imóvel ou descaracterizações dos sistemas, com fornecimento de materiais e serviços pelo próprio usuário;

§  Se houver danos por mau uso, ou não respeitando os limites admissíveis de sobrecargas instalações e estrutura;

§  Se o Proprietário não permitir o acesso do profissional destacado pela Construtora/ Incorporadora nas dependências de sua unidade, para proceder à vistoria técnica;

§  Se forem identificadas irregularidades na vistoria técnica e as devidas providências sugeridas não forem tomadas por parte do Proprietário ou Condomínio.

§  Se forem alterados quaisquer elementos de vedação com relação ao projeto original;

§  Se forem identificadas sobrecargas, além dos limites normais de utilização previstos;

§  Se não forem tomados os cuidados de uso ou não for feita a manutenção preventiva necessária.

Obs.: Demais fatores que podem acarretar a perda da garantia estão descritos nas orientações de uso e manutenção do imóvel para os sistemas específicos.

ATENÇÃO

A Construtora não se responsabiliza por danos causados pelo uso inadequado do imóvel, pelo prolongado desuso, pelo desgaste natural dos materiais ou por reformas e alterações feitas no projeto original em desacordo com as indicações deste manual e das normas técnicas pertinentes, mesmo que ainda esteja vigente o prazo de garantia contratualmente estipulado.

O Código de Proteção e Defesa do Consumidor (LEI n° 8.078, de 11 de setembro de 1.990, revista em 1.998) isenta o fornecedor de responsabilidade pelo reparo de danos/defeitos quando o consumidor não cumprir as instruções de uso, operação e manutenção caracterizando mau uso dos produtos.

A construtora não se responsabiliza por eventuais furações nas fachadas que venham a causar infiltrações e/ou carbonatações de materiais a base de cimento.

Na instalação de redes de proteção de nylon, grades ou equipamentos, tomar o máximo cuidado para não estragar o revestimento cerâmico, as furações devem ser feitas nas paredes abaixo desses peitoris ou muretas, a pelo menos 5 cm de distância, e as buchas devem ser colocadas com silicone para evitar infiltrações.

 

2.3. Assistência técnica – DTAS

O que é o DTAS?

Após a Assembleia de Instalação do condomínio, o atendimento técnico será feito através do Departamento Técnico de Atendimento e Serviços (DTAS).

Vistoria da Assistência Técnica

Caso os itens encontrem-se dentro do período de garantia e sejam de responsabilidade da construtora, realizaremos uma vistoria agendada no local.

 

 

 

Reparos de Serviços pela Assistência Técnica

Após a vistoria, constatadas as causas e sendo de responsabilidade da Construtora de acordo com os itens anteriores, programaremos e informaremos o dia da realização dos serviços com prazo previsto para o término.

Como solicitar uma manutenção?

Para solicitar Assistência Técnica na ocorrência de defeitos nos sistemas que compõe sua unidade habitacional (estrutura, alvenaria, impermeabilização, pisos, azulejos, instalações elétricas, hidráulicas e gás, esquadrias metálicas, madeira, ferragens etc.) verifique a tabela de garantias e caso o item esteja nos prazos de vigência, siga as instruções:

 

A.       Faça o pedido de solicitação do canal de atendimento eletrônico:

§  www.relacionamentocyrela.com.br ou pelos telefones: 0800 014 5656 (telefones fixos) ou (11) 3839-7100 de 2ª a 5ª das 9h às 17h e 6ª das 9h às 16h, informando:

§  Data da solicitação;

§  Nome do Condomínio e Unidade;

§  Nome e telefone para contato;

§  Área ou problema constatado.

 

B.       Na ocorrência de alguns dos fatos mencionados a seguir, a Cyrela analisará as condições de garantias e assistência técnica:

§  Defeitos de funcionamento ou danos que sejam resultantes da inadequada utilização do imóvel e de seus materiais, componentes e equipamentos, do emprego de substâncias químicas ou materiais de limpeza e conservação inadequados que provoquem efeitos danosos;

§  Execução de quaisquer reparos por terceiros antes do diagnóstico e avaliação da empresa construtora.

§  Obs.: Demais fatores que possam acarretar a perda de garantia estão descritos nas orientações de uso e manutenção do imóvel para os sistemas específicos.

 

No recebimento do seu pedido, caso não procedente e/ou fora da garantia, daremos um posicionamento em relação ao mesmo imediatamente por telefone ou por email. Se dentro da garantia e/ou procedente, agendaremos uma vistoria em sua unidade. Neste momento é importante a sua presença ou de outra pessoa que possa nos mostrar os eventuais problemas e esclarecer dúvidas.

 

C.       No ato da visita, comprovada a existência do defeito e definido os reparos a serem executados, faremos uma programação para a execução dos serviços.

D.       Nossos serviços serão executados em horário comercial e de acordo com o regulamento interno do Condomínio. A ordem de execução será de acordo com a sequência de encaminhamento das solicitações, exceto em caso de extrema urgência desde que atestada pela Cyrela, dentro do prazo estabelecido no ato da abertura da ocorrência.

 

3.   Memorial Descritivo

 

O empreendimento Jardim de Provence localiza-se na Rodovia Augusto Montenegro, n°4400, km 4, Bairro Parque Verde – Belém – PA, ele está inserido em um novo bairro planejado, o Parque Jardins, que além do Jardim de Provence abriga mais sete subcondomínios que partilham entre si uma área comum com espelhos d’água, praças, paisagismo e um clube, tudo cercado por muro e gradil, garantindo exclusividade e segurança.

Na construção deste empreendimento foram observadas as Normas Técnicas vigentes, mantendo a conformidade e a obediência aos padrões de qualidade. Este Manual foi elaborado com o objetivo de contribuir para aumentar a durabilidade do imóvel, fornecendo as orientações necessárias no que se refere à manutenção e cuidados que deverão ser observados.

O condomínio é composto por 04 (quatro) torres, com 12 (doze) pavimentos tipo e um total de 384 (trezentos e oitenta e quatro) unidades habitacionais, de acordo com a configuração que segue:

§  Pilotis, distribuído da seguinte forma:

Torre A – Marselha e Lion – Lobby, gourmet, festas adulto, jogos, lixeira, depósito, DG, medidores elétricos, WC’s Masculino, Feminino e PNE.

Torre B – Cannes e Toulon – Lobby, leitura e relax, espaço hobby, manutenção, administração, conciérge, copa, refeitório, central de serviços, área de serviço, depósito, DML, medidores elétricos, sala de quadros, gerador, vestiário funcionários, hall de serviços, WC’s Masc., Feminino e PNE.

Torre C – Avignon e NiceLobby, beauty, fitness, spa, ducha, sauna, massagem, depósito, DML, lixeira, medidores elétricos, WC’s Masculino, Feminino e PNE.

Torre D – Arles e Saint-Remy – Lobby, espaço jovem, festas infantil, copa, brinquedoteca, lixeira, depósito, medidores elétricos, WC’s Masculino, Feminino e PNE.

§  Área ExternaAcesso principal (portaria); Help Desk; lixeira; espelho d’água; vagas de estacionamento moradores e edifício garagem; praças; playground; churrasqueira com pergolado; deck molhado; deck com espreguiçadeiras; piscina com raia de 25m, adulto e infantil; estar molhado; spa; espaço zen; quadra poliesportiva; casa de gás, gerador; reservatórios, Estação de tratamento de água – ETA, poço e casa de lixo.

 

ENTRADA PRINCIPAL

 

Figura 1 - Implantação Jardim de Provence

 

 

 

3.1.  Condomínio: como funciona

Condomínio é o exercício do direito de propriedade juntamente com outras pessoas.

Todos, adquirentes ou moradores, estão obrigados a cumprir a convenção de condomínio para que haja uma convivência harmoniosa.

Há várias leis sobre condomínios, dentre as quais o Código Civil Brasileiro, quando trata do condomínio de prédios (Condomínio Edifício) e a Lei 4.591, de dezembro de 1964.

Deve-se, ainda, respeitar leis, decretos, posturas e regulamentos municipais e estaduais.

Na primeira assembleia de condomínio, os condôminos deverão convencionar e aprovar o regimento interno, que regerá a convivência diária.

Para uma convivência harmoniosa entre os moradores de um edifício, é imprescindível somar esforços em busca da compreensão e da colaboração efetivas.

O condomínio é composto por unidades autônomas (apartamentos), que são de uso privativo, e das áreas comuns, de uso coletivo.

São exemplos de áreas comuns o terreno, os corredores, as escadarias, as áreas de circulação e de lazer, os jardins, a portaria, os elevadores, os equipamentos de combate a incêndio, os reservatórios, as bombas d’água, prumadas de água, esgoto e gás, os condutores de águas pluviais, as tubulações de telefone, de antena e de energia elétrica, as fachadas e demais equipamentos de uso geral.

Constituem despesas de condomínio a energia elétrica, a água e o gás consumidos nas áreas comuns; a remuneração de empregados e os encargos sociais; as despesas de conservação e manutenção de áreas e equipamentos comuns; as demais despesas previstas e estabelecidas na forma da convenção de condomínio e outras que venham a ser aprovadas em assembleias.

É importante a participação dos condôminos nas assembleias, pois, de acordo com o artigo 24, parágrafo 1° da Lei n.º 4.591, sua omissão não os desobriga de acatarem as decisões tomadas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

4.   Fornecedores

Segue relação dos principais fornecedores e prestadores de serviços que atuaram no Jardim de Provence.

REALIZAÇÃO

Construtora e Incorporadora

CYRELA BRAZIL REALTY LTDA.

Avenida Generalíssimo Deodoro, n°1340

Nazaré – Belém – PA – Brasil

Fone: 0800 014 5656

 

4.1. Relação de fornecedores

Argamassa (fachada e interno)

Bombas de Incêndio e Cisterna

SAINT GOBAIN (WEBBER QUARTZOLITE)

INSTALLER

Fone: (98) 3226-4800 / 98213-1718

Fone: (98) 98413-8645

SUPERMASSA

RR AUTOMAÇÃO

Fone: (91) 3250-3024

Fone: (11) 2076-9292

 

 

Ar-condicionado

Blocos de concreto

HF CARDOSO

PREMAZOM PRÉMOLDADOS

Fone: (91) 98722-4122 / 98402-3688

Fone: (91)3184-8500

 

 

Carenagens – shafts

Churrasqueira

ASTRA

MM PAISAGISMO

Fone: (98) 3243-1455 / 3223-3056 / (11) 4583-7752

Fone: (98) 98114-5078

 

 

Combate à Incêndio

Comunicação visual

CYRELA

QUADRANT DESIGN

 

FONE: (98) 4009-7810

 

 

Cuba de aço inox

Elevadores

TRAMONTINA BAHIA S/A

ATLAS SCHINDLER

Fone: (71) 3215-8266

Fone: (11) 3227-8061 / 3235-7525

 

 

Empreitada de mão-de-obra - fachada

Equipamentos contra incêndio

EDIFICAR

SMART

Fone: (98) 98829-6206 / 98819-9815

Fone: (91) 99931-6336

 

 

 

 

Esquadrias de alumínio e vidros / Guarda-corpo

Equipamentos de Piscina

STECS

JACUZZI

Fone: (11)2347-3074

Fone: (55-11) 2118-7500 / 4024-3695

 

 

Exaustores

Extintores

MULTISTAR

EXTINPRAG

Fone: (11) 3641-0619

Fone: (91) 3226-5590

 

 

Ferragens (fechaduras e dobradiças)

Forros

LA FONTE

ART GESSO

Fone: (11) 99241-5763

Fone: (98) 98140-3909

 

 

Gesso

Grupo Gerador

BELÉM GESSO

STEMAC

Fone: (91) 3229-2908

Fone: 0800 602 1830

 

 

Impermeabilizações

Instalações hidráulicas, elétricas

IMPERSIK

CYRELA

Fone: (91) 3321-1234

 

 

 

Gás (instalação)

Gás (fornecimento)

GÁS METAL

NACIONAL GÁS

Fone: (91) 3236-0815

Fone: 0800-702-1200

 

 

Gás (fornecimento)

Fios e Cabos Elétricos

PARAGÁS

COBRECON

Fone: (91) 3257-1833

Fone: (11) 2118-3200

 

 

Telefonia e Interfone

Interruptores, tomadas de energia e espelhos

CADIMA SERVIÇOS E COMERCIOS

IRIEL

Fone: (91) 3223-9218

Fone: (91) 3478-9000

 

 

Luminárias

Louças e Metais Sanitários

AJALUMI ILUMINAÇÃO

DECA – DURATEX S/A

Fone: (11) 4091-4755 / 7288-0458

Fone: (11) 3803-8397 / (27) 3225-4834

 

 

Mármores e Granitos

Material Hidráulico

GRANMIX

AMANCO

Fone: (91) 3235-1148

Fone: 0800-701-8770

 

Paisagismo

Pedras Naturais

MM PAISAGISMO

GP PEDRAS

Fone: (91) 3238-0223

Fone: (35) 3214-7808

 

 

Pintura

Porta Corta-Fogo

VIEGAS

METÁLIKA

Fone: (98) 99132-9762

Fone: (11) 2489-3040 / 2484-1641

 

 

Portas de Madeira

Pré-moldados – Pisos Intertravado

KIT INTELIGENTE PORTAS DO BRASIL LTDA.

PREMAZON PRÉMOLDADOS

Fone: (98) 98114-0303 / 3241-1133

Fone: (91) 3184-8500

 

 

Quadros Elétrico – Tipo

Quadros Elétricos Metálicos e Medidores de Energia

PAINEL INDUSTRIA E COMÉRCIO

PAINEL INDUSTRIA E COMÉRCIO

Fone: (91) 3288-3111

Fone: (91) 3288-3111

 

 

Rejuntes (fachada e interno)

Revestimento Cerâmico Interno

SUPERMASSA

ELIANE

Fone: (91) 3250-3024

Fone: (48) 3447-7777

 

 

Revestimento Cerâmico Piscina

Revestimento Cerâmico Fachada

CERÂMICA ATLAS

ELIANE

Fone: (19) 3673-9600

Fone: (48) 3447-7777

 

4.2. Relação de projetistas

PROJETO DE ARQUITETURA

PROJETO DE ESTRUTURA

B&P ARQUITETURA

SRTC – Engenharia e Projetos Ltda

Rua Marcelino Champagnat Qd. 30 Ed.Cristal sala 905 Renascença II

Rua Alfredo Guedes, n° 2020, 3° andar

São Luís - MA

Piracicaba - SP

(98) 3235-6012

(19) 3434-6388

 

 

PROJETO DE FUNDAÇÃO

PROJETO DE HIDRÁULICA, GÁS E ELÉTRICA

Consultrix Engenheiros Associados Ltda.

GERA SERVIÇOS DE ENGENHARIA S/S LTDA

Rua Padre Garcia Velho, n° 73 – 7º andar

Rua Ouvidor Peleja, n° 277

São Paulo – SP

São Paulo – SP

(11) 3034-1188

(11) 5070-4372

 

PROJETO DE INCÊNDIO

PROJETO DE AR CONDICIONADO E EXAUSTÃO

Vanessa Renê Corrêa Ribeiro – CREA 12.108 D/PA

THERMOPLAN – Engenharia Térmica Ltda

 

Rua Imaculada Conceição, n° 109

 

São Paulo - SP

 

(11) 3667-1195

 

 

PROJETO DE PAISAGISMO

PROJETO DE FACHADA

BENEDITO ABBUD ARQ. PAISAGÍSTICA

TECOMAT Engenharia

Rua Arminda, n° 93, 11° andar, Vila Olimpia

Rua Serra da Canastra, 391, Cordeiro

São Paulo – SP

Recife – Pernambuco

(11) 5056 – 9977

(81) 3366 – 6444

 

 

ARQUITETURA DE INTERIORES - ÁREAS COMUNS

FERNANDA MARQUES ARQUITETURA E INTERIORES

Rua Ramos Batista, 198, Cobertura, Vila Olímpia

São Paulo – SP

(11) 3849 – 3000

 

4.3. Serviços de utilidade pública

Assim que receber as chaves de sua unidade, providencie junto às concessionárias os pedidos de ligações individuais, conforme as orientações a seguir, pois elas demandam um certo tempo para serem executadas. O fornecimento de água corrente e as disposições sanitárias de esgoto, de uso coletivo do condomínio, já estão em pleno funcionamento.

Energia elétrica

A solicitação deverá ser encaminhada à concessionária CELPA através dos seguintes canais de atendimento:

§  Ligação para o telefone 0800 091 0196

§  Acesso ao site pelo endereço eletrônico www.celpa.com.br

§  Comparecendo pessoalmente aos postos de atendimento da CELPA, munido dos documentos de identificação pessoal (RG e CPF) e comprovante de propriedade do imóvel.

Endereço: Rodovia Augusto Montenegro, km 8,5 Belém – PA, CEP: 66.823-010. Pedidos de ligação nova devem ser efetuados sempre em horário comercial (8:00 às 17:00 hs).

ATENÇÃO

Conforme determinação da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL, a partir de 19/11/2008 só serão atendidas as solicitações de ligação nova com a apresentação de CPF e RG originais ou cópia autenticada do responsável pela instalação elétrica. Esses documentos deverão ser apresentados ao eletricista da CELPA no momento da realização do serviço.

Lembramos que, por exigência das normas, existe um disjuntor geral para cada apartamento, situado no centro de medição, e que, após a instalação do medidor, os técnicos da CELPA deixam este disjuntor desligado. É necessário, portanto, solicitar à pessoa responsável pelo condomínio que ligue este disjuntor para que haja energia no apartamento.

 

Itens que precisam ser informados para a CELPA no ato da solicitação de ligação:

Informar as bitolas dos cabeamentos de alimentação dos quadros para cada tipo de unidade

Torre A/D – Unidade 3 quartos - 92 m²

·         Carga instalada no apartamento: 32,08 KVA

·         Disjuntor geral: 60 A - Tripolar

Padrão de fornecimento: TRIFÁSICO -  220/127 VCA, 60 Hz, 3F+N+PE

Torre A/B/C/D – Unidade 2 quartos - 58 m² e 66 m²

·         Carga instalada no apartamento: 19,97 KVA

·         Disjuntor geral: 40 A -  tripolar

Padrão de fornecimento: TRIFÁSICO -  220/127 VCA, 60 Hz, 3F+N+PE

Torre B/C – Unidade 3 quartos - 76 m²

·         Carga instalada no apartamento: 20,17 KVA

·         Disjuntor geral: 40 A -  tripolar

Padrão de fornecimento: TRIFÁSICO -  220/127 VCA, 60 Hz, 3F+N+PE

Água

A ligação definitiva de água do condomínio já está feita. Após a vistoria, a construtora fecha o registro geral de água do apartamento, localizado no shaft do hall de serviço do andar. Este registro interrompe todo o fornecimento de água do apartamento. O fornecimento de água será feito através de poço existe, porém há possibilidade de instalação de hidrômetro para medição individual.

Lembramos também que, em caso de substituição ou instalação de torneiras, lavatórios, bacias, e chuveiros, o registro que abastece aquele ponto seja fechado, e que se tome o cuidado de não abri-lo até a recolocação da peça, a fim de evitar vazamentos. Ao instalar máquinas lava roupas, lava louças ou secadoras, tomar cuidado com a rosca para não danificar as conexões internas.

 

ATENÇÃO

Antes de qualquer intervenção nas instalações hidráulicas, sempre consulte as plantas e elevações contidas neste manual.

Gás

O edifício é abastecido de gás tipo GLP proveniente de uma central no condomínio. As instalações de gás encontram-se em condições de funcionamento imediato. Seu fornecimento é sempre contínuo, onde deverá ser rateado e cobrado em condomínio.

O condomínio deverá contratar fornecedor de gás tipo GLP a granel. Para individualização do consumo, se assim for estabelecido pelo condomínio, deve-se solicitar ao fornecedor a instalação dos medidores remotos. Poderá haver custos para este serviço.

O apartamento possui: 1 ponto de abastecimento para o fogão.

Faça a ligação de seu fogão com técnico especializado indicado pelo fabricante dos equipamentos.

Telefone

No empreendimento já se encontra disponível infraestrutura (tubulação seca) para posterior instalação de linha telefônica, com a fiação pronta desde o DG até o quadro de distribuição.

A fiação interna deverá ser realizada por empresa contratada pelo cliente, utilizando os eletrodutos já posicionados.

A solicitação de ligação da linha telefônica deverá ser efetuada junto à operadora de sua preferência. Para tanto, recomenda-se entrar em contato com a operadora escolhida para se informar sobre o procedimento padrão para contratar a instalação da referida linha privativa.

ATENÇÃO

Recomendamos que esta ligação seja feita por empresa especializada.

Antena Coletiva / TV a Cabo

Foi executada a infraestrutura (tubulação seca) para a futura instalação de antena coletiva ou TV a cabo. As empresas especializadas em TV a cabo fornecem os cabos das prumadas de distribuição e do apartamento. Recomendamos que os cabos sejam passados utilizando fita de passagem fornecida pelas empresas instaladoras, evitando assim, maiores dificuldades na passagem dos novos cabos.

 

5.   Operação, uso e limpeza

5.1. Sistemas Hidrossanitários e Gás

O edifício é equipado com redes de água fria, águas pluviais, gás, esgoto e incêndio.

As instalações hidráulicas e sanitárias requerem maiores cuidados, pois seu mau uso ou a falta de manutenção preventiva podem acarretar entupimentos e vazamentos, muitas vezes de reparo difícil e dispendioso. O bom desempenho dessas instalações está diretamente ligado à observância de alguns cuidados simples.

As instalações hidráulicas são constituídas pelas seguintes partes:

§  Pontos de alimentação de água potável para as unidades autônomas;

§  Pontos de esgoto e de águas servidas para as unidades autônomas e dos ralos;

§  Ramais de distribuição de água a partir das prumadas do edifício;

§  Ramais coletores de esgoto que desembocam nas prumadas coletoras do edifício.

As instalações hidráulicas internas dos apartamentos foram executadas com tubos de PVC para água fria e esgoto e PPR para água quente, distribuídos conforme detalhamento do projeto. Além das informações dos projetos, anexamos neste manual as informações sobre o posicionamento das tubulações e faixas de segurança das mesmas.

Rede de água potável

O fornecimento de água do edifício é feito por sistema de captação de água subterrânea, por meio de um poço artesiano e uma estação de tratamento de água – ETA, de onde a água tratada é bombeada até os reservatórios inferiores, localizados na área externa do condomínio e de lá bombeada até os reservatórios superiores, localizados na cobertura de cada uma das torres.

Os conjuntos motor bomba, que fazem parte do sistema de abastecimento de água, são comandados automaticamente por chaves-boias de controle de nível, responsáveis pelo acionamento e o desligamento do sistema.

Os reservatórios superiores de água potável são divididos em dois compartimentos, o que facilitam operações de manutenção e de limpeza.

Dos reservatórios superiores, as tubulações seguem para o barrilete e a partir desse ponto alimentam conforme abaixo:

§  Por pressurização – 12º pavimento tipo.

§  Por gravidade – do 11º ao pavimento térreo ou subsolo.

 

Subsistemas de apoio

A alimentação dos apartamentos é individualizada, com previsão para instalação de medição no shaft localizado no hall do pavimento.

Nos banheiros, área de serviço, cozinha e varanda existem registros localizados nas paredes, que permitem “cortar” a água em caso de vazamento ou necessidade de manutenção.

As colunas de água dos andares são constituídas de tubos de PVC, alimentando todos os pontos de água fria distribuída conforme detalhamento do projeto.

Para maiores informações, consulte o item “anexos técnicos” deste manual, nelas estão indicadas as linhas de canalização (água fria e quente) e registros de controle de cada cômodo que permitem interromper o fluxo de água em caso de manutenção.

Obs.: Caso ocorra algum vazamento, deverá ser fechado o registro geral da coluna localizado no shaft do hall da área comum. Em caso de dúvidas solicite a presença do zelador ou pessoa habilitada poderá fazê-lo.

Registro de água

Alguns ambientes hidráulicos possuem registros de água fria que cortam o fornecimento de água do ambiente em caso de manutenção ou emergência. Recomenda-se também, fechar os registros em caso de ausência prolongada.

TORRE A – Marselha e Lion / TORRE D – Arles e Saint-Remy:

Ambiente

Localização

Função

Cozinha

Na lateral do shaft

Registro geral de água fria (atende ponto da pia)

Área de serviço

Na lateral do shaft

Registro geral de água fria (atende ponto do tanque)

WC Serviço

No shaft do chuveiro

Registro geral de água fria

Banho         1 / 2 / 3

No shaft do chuveiro

Registro geral de água fria

Varanda

Parede lateral

Registro geral de água fria

TORRE B – Cannes e Toulon / TORRE C – Avignon e Nice:

Ambiente

Localização

Função

Cozinha / Área de serviço

Na lateral do shaft

Registro geral de água fria (atende ponto da pia e do tanque)

WC

No shaft do chuveiro

Registro geral de água fria

Banho         1 / 2

No shaft do chuveiro

Registro geral de água fria

Varanda

Parede lateral

Registro geral de água fria

Existem 02 tipos de registros:

§  Registros de gaveta: fecham os abastecimentos de água das dependências para reparos nas redes de distribuições internas. Localizam-se próximos às peças que abastecem. Consulte os projetos específicos para localizá-los e as suas respectivas áreas de atuações. Estes devem sempre estar totalmente aberto ou fechado, não deixe em outra posição.

§  Registro de pressão, misturadores e torneiras: derivados do registro de gaveta, eles permitem trabalhos com a tubulação em posições intermediárias de abertura e fechamento. No caso de haver abastecimento de água quente e fria na mesma peça, foi instalado o misturador, que tem por função dosar as quantidades de água fria e água quente.

Medição individual de água e gás

O empreendimento já contempla previsão para medição de água individualizada através da leitura em hidrômetros a serem instalados no hall de serviço.

Existe a possibilidade de instalação de um sistema de leitura remota (eletrônica) para o consumo de gás. Este equipamento não será entregue pela Construtora, apenas a infraestrutura: by pass, caixa de passagem com placa cega e a tubulação seca para instalação da medição remota (para o gás). Em ambas as situações os custos de implantação do sistema, aquisição de equipamentos para seu funcionamento, bem como de medidores deverão ser contratados e custeados pelo próprio condomínio.

Obs.: Não existe a possibilidade de um condômino isoladamente instalar o sistema e o equipamento de medição individualizada de água sem decisão prévia em assembleia.

 

Duchas e chuveiros

Lembramos que conforme Norma Brasileira (NBR 5626 do ano de 1998) a vazão mínima para duchas e chuveiros, considerada nas instalações hidráulicas entregues, é de 0,2 litros/segundo ou 12 litros/minuto e todo o projeto hidráulico é desenvolvido para tal vazão.

Portanto, verifique com atenção na hora da compra à vazão do seu chuveiro, pois caso ocorra à utilização de equipamentos com vazão maior do que a especificada acima, em qualquer ponto de chuveiro do seu apartamento, a Construtora não garantirá o bom funcionamento do sistema e a responsabilidade por qualquer mau funcionamento do sistema passa a ser do condômino.

Caso esse índice seja superior ao recomendado, existem no mercado restritores de fluxo ou vazão, os quais deverão ser instalados na saída do ponto da parede.

                                           

            Figura 2 Esquema de instalação                                       Figura 3 Foto ilustrativa do restritor

Redes de esgoto e ventilação

Os esgotos têm origem nos vasos sanitários, pias, lavatórios, ralos etc. Os ramais que recebem as águas ou detritos desses aparelhos são conectados a uma prumada. As prumadas recolhem as águas residuais de vários pontos do edifício e as levam, por gravidade, até os desvios no térreo, de onde seguem para uma Estação de Tratamento de esgoto – ETE, localizada na área do Masterplan. Após o tratamento os efluentes provenientes do esgoto são lançados na rede pública da COSANPA.

A operação e manutenção da ETE, bem como a limpeza das caixas de gordura e de água servida são de responsabilidade do condomínio. A estação poderá ser encampada pela COSANPA após doação do sistema.

Os tubos que coletam os detritos e a água são ventilados, em lugares determinados em projeto específico, através de outros tubos, chamados de rede de ventilação. A tubulação da rede de ventilação deve receber os mesmos cuidados das demais, pois é tão importante quanto qualquer outra.

As tubulações de esgoto das unidades estão adequadamente suspensas sob a laje do seu piso de modo a possibilitar os serviços de manutenção. Isto implica na existência de um forro de gesso em todos os banheiros do seu vizinho imediatamente abaixo para ocultar as tubulações. Considere esta interferência no planejamento de possíveis reformas na unidade.

 

 

 

 


 

 

 

 

 

Ralos e válvulas de saída de esgoto

Na rede de esgoto, além das prumadas coletoras principais existem os ralos secos e os ralos sifonados (para impedir o refluxo do mau cheiro). Os ralos dos banheiros servem a todos os equipamentos, menos ao vaso sanitário, que possui sifão em sua própria estrutura.

Todos os ralos possuem grelhas de proteção, para evitar que detritos maiores caiam em seu interior, ocasionando entupimentos. Evite deixar os ralos sem estas grelhas de proteção.

A ventilação da rede de esgoto sanitário serve para manter as pressões nas tubulações iguais à pressão atmosférica, para que desta maneira não ocorram contra fluxos ou deterioração nas tubulações, e também para liberar os gases provenientes da biomassa em decomposição, por este motivo as prumadas tem saída na cobertura e jamais devem ser fechadas, pois causarão risco de explosão. A rede é composta por prumadas e conectadas as prumadas de esgoto.

Os principais componentes e os materiais utilizados nas instalações de esgoto sanitário e água pluvial foram:

§  Ralo sifonado: recolhe o esgoto do lavatório e do ralo seco, lançando-os diretamente à prumada de esgoto. A água existente no fundo do ralo e a rosca lateral interna tem por função evitar a exalação dos gases do esgoto para o banheiro. Para seu perfeito funcionamento, recomendamos que periodicamente essa água seja trocada e desinfetada, com seu nível atingindo a altura necessária para cobrir a rosca.

§  Ralo seco: destina-se apenas ao recolhimento e transporte de água para o ralo sifonado.

§  Sifão ou selo hidráulico: são instalados sob os lavatórios, pia de cozinha e tanque. O sifão recebe água servida destas peças enviando-as para a prumada de esgoto diretamente ou através do ralo sifonado. O sifão é constituído de um copo em sua parte inferior que retém os detritos sólidos para evitar o entupimento da rede de captação, e é retor dos gases do esgoto.

 

Rede de gás encanado

O condomínio conta com central de gás GLP, a partir de onde é feita a distribuição para as unidades. A partir da Central de Gás, a tubulação envelopada em concreto sai da área externa do térreo e segue até as torres, dividindo-se em prumadas, que sobem na torre dentro de um shaft localizado no hall, com acesso em cada pavimento. No abrigo externo, estão instalados registros de segurança de gás que interrompem o fornecimento a todos os pontos de consumo, caso se faça necessário.

Existe, ainda, um regulador de pressão para cada unidade, localizado no shaft, destinada a interromper o fluxo de gás para as unidades em caso de necessidade.  

Caso o condomínio opte por individualizar a medição de gás, deverá ser solicitada ao fornecedor a instalação do medidor para leitura remota ou convencional o que poderá gerar custo.

No seu imóvel está previsto um ponto de gás para futura conexão ao fogão, onde o proprietário deverá providenciar a instalação da válvula angular. A referida instalação foi projetada atendendo as normas técnicas existentes.

As instalações foram executadas com tubos de cobre e, em obediência às normas da ABNT.

As ventilações permanentes, existentes nos ambientes onde se localizam os pontos de gás, são exigências de segurança para o caso de vazamento.

 

Recomendação

Por ocasião da instalação ou revisão do fogão, é necessário que seja verificada a existência de vazamentos de gás nas tubulações e conexões.

ATENÇÃO

O gás é invisível, inflamável e de altíssimo grau de periculosidade, por isso ele é aditivado com cheiro característico para facilitar a percepção de vazamentos.

§  Não faça qualquer alteração na tubulação de gás sem prévia consulta à concessionária de Gás;

§  Faça a ligação de seu fogão com técnico especializado indicado pelo fabricante do seu fogão;

§  Leia com atenção os manuais que acompanham os equipamentos a gás;

§  Verificar o prazo de validade da mangueira de ligação da tubulação ao eletrodoméstico, e trocar quando necessário;

§  Antes de adquirir ou instalar fogão, verifique se o mesmo está adaptado ao tipo de gás utilizado no condomínio (Gás GLP);

§  Ao instalar armários na cozinha deixar livre o acesso, bem como espaço para girar o volante do registro de gás do fogão, é também necessário que exista uma ventilação permanente, em função das instalações de gás que servem o fogão;

§  Nunca teste ou procure vazamentos em um equipamento a gás utilizando fósforos, objetos que produzam faíscas, ou qualquer outro material inflamável. Nem mesmo acione os interruptores de luz. Feche todas as torneiras de gás, abra bem as portas e janelas e comunique-se imediatamente com o zelador do condomínio ou com uma empresa especializada. Atualmente existem equipamentos domésticos no mercado especialmente fabricados para detectar possíveis vazamentos;

§  Em caso de vazamentos de gás que não possam ser eliminados com o fechamento de um registro ou torneira chame a companhia concessionária;

§  Não deixar ventilações e janelas completamente estanques à passagem do ar;

§  Sempre que não houver utilização constante, ou em caso de ausência prolongada no imóvel, mantenha os registros e as torneiras fechados;

§  Para execução de qualquer serviço de manutenção ou instalação de equipamentos a gás, sirva-se de empresas especializadas ou profissionais habilitados pela concessionária e utilize materiais (flexíveis, conexões, etc.) adequados.

Louças e metais sanitários

Recomendações

§  Antes de executar qualquer furação nas paredes, consulte a planta de instalações hidráulicas em anexo, para evitar perfurações e danos à rede hidráulica, bem como na impermeabilização, que nas paredes do box tem altura de 30 cm;

§  Não jogue quaisquer objetos nos vasos sanitários e ralos que possam causar entupimentos, tais como: absorventes higiênicos, folhas de papel, cotonetes, cabelos, fio dental etc.;

§  Nunca jogue gordura ou resíduo sólido nos ralos das pias e dos lavatórios, jogue-os diretamente no lixo;

§  Não deixe de usar a grelha de proteção que acompanha a cuba da pia da cozinha;

§  Nunca suba ou se apoie nas louças e bancadas, pois podem se soltar ou quebrar causando ferimentos graves. Cuidados especiais com crianças;

§  Não apertar em demasia as torneiras da sua unidade, pois pode causar danos às buchas de vedação interna;

§  Ao instalar filtros, torneiras etc., não os atarraxe com excesso de força, pois pode danificar a saída da tubulação provocando vazamentos;

§  Não permitir sobrecarga de louças sobre a bancada ou dentro da cuba da cozinha;

§  Não devem ser retirados elementos de apoio (mão francesa, coluna do tanque etc.), podendo sua falta ocasionar quebra ou queda da peça ou bancada;

§  Mantenha vedado o ponto de esgotamento de água da máquina de lavar louças junto à parede usando acessórios próprios;

§  Em locais onde não há adaptador de esgoto para máquina de lavar roupas, o mesmo deverá ser adquirido pelo proprietário, a fim de evitar retorno de esgoto e espuma;

§  Manter ralos sifonados sempre com água a fim de evitar mau cheiro no ambiente;

§  É recomendado o uso de sabão biodegradável para evitar retorno da espuma da máquina de lavar;

§  Mantenha os registros fechados no caso de ausência prolongada do imóvel;

§  Em caso de falta de uso dos equipamentos hidráulicos por período prolongado, deixe correr um pouco de água para restabelecer o “fecho hídrico” dos ralos sifonados e sifões, evitando assim o retorno do mau cheiro;

§  A falta de uso prolongado dos mecanismos de descarga pode acarretar danos como ressecamento de alguns componentes e acúmulo de sujeira, causando vazamentos ou mau funcionamento. Caso esses problemas sejam detectados não mexer nas peças e acionar a assistência técnica do fabricante;

§  Limpe os metais sanitários, ralos das pias e lavatórios, louças e cubas de aço inox em pias, com água e sabão neutro e pano macio, nunca com esponja ou palha de aço e produtos abrasivos;

§  Não utilize na limpeza ou desentupimento, hastes, ácidos ou produtos cáusticos, acetona concentrada e substâncias que produzam ou estejam em alta temperatura;

§  Limpe periodicamente os ralos e sifões das louças, tanques, lavatórios e pias do seu imóvel, retirando todo e qualquer material causador de entupimento (piaçava, panos, fósforos, cabelos etc.) e jogando água a fim de se manter o fecho hídrico nos ralos sifonados evitando assim o mau cheiro proveniente da rede de esgoto;

§  Limpe semestralmente os arejadores (bicos removíveis) das torneiras, pois o acúmulo de sujeira diminui a vazão;

§  Substitua a cada ano ou quando necessário os vedantes (courinhos) das torneiras, misturadores e registros de pressão para garantir a vedação e evitar vazamentos;

§  Periodicamente verificar o fecho hídrico dos ralos sifonados através do perfeito encaixe do cotovelo de 90º existente. Caso esteja solto ou encaixado de forma a permitir a passagem dos gases, o ambiente será atingido pelo mau cheiro de esgoto;

§  Para os ralos secos não há necessidade dos cuidados relativos aos ralos sifonados, conforme descrito anteriormente. Ele funciona antes do ralo sifonado, estando, portanto, protegido do retorno de gases;

§  Limpar e verificar mensalmente a regulagem do mecanismo da descarga;

§  Verifique a gaxeta, anéis e a estanqueidade dos registros de gaveta, evitando vazamentos;

§  Em caso de necessidade, troque os acabamentos dos registros pelo mesmo modelo ou por outro do mesmo fabricante, evitando assim a troca da base;

§  Caso os tubos flexíveis (rabichos), que conectam as instalações hidráulicas às louças forem danificados, causando vazamentos, substitua-os tomando o cuidado de fechar o registro geral de água antes da troca;

§  Jamais “plugar” pontos de consumo de água (chuveiros, torneiras, etc.) abastecido por misturadores. Caso isto ocorra, juntamente com a abertura dos registros de água fria e quente, poderá, dependendo da pressão, haver a injeção de água quente nas tubulações de água fria e vice-versa, trazendo para o primeiro caso riscos à integridade das tubulações e no segundo caso perda da eficiência do sistema de aquecimento;

§  No caso de reformas promovidas pelos proprietários através da alteração das instalações hidráulicas para a instalação de duchas higiênicas com misturador, essas duchas devem ter seu acionamento através dos registros de água fria e quente e nunca através de gatilho. Este dispositivo quando não acionado e estando os registros de água fria e quente abertos, funcionará como um plug e propiciará a passagem de água quente para a tubulação de água fria ou vice-versa, com as consequências descritas no item anterior;

§  Evite choques com sifões da pia ou lavatórios, pois os mesmos podem vir a deslocar se, causando vazamento.

ATENÇÃO

Quando da colocação dos boxes nos banheiros do seu apartamento, metais sanitários de apoio (porta papel, toalheiros, saboneteiras), gabinetes das pias ou armários de cozinha, atentar para os desenhos e esquemas de cada parede hidráulica para que as tubulações não sejam danificadas.

Perda da garantia

§  Danos sofridos pelas partes integrantes das instalações em consequência de quedas acidentais, maus uso, manuseio inadequado, instalação incorreta e erros de especificação;

§  Danos causados por impacto ou perfurações em tubulações (aparentes embutidas ou requadradas);

§  Instalação ou uso incorreto dos equipamentos;

§  Danos causados aos acabamentos por limpeza inadequada (produtos químicos, solventes, abrasivos do tipo saponáceo, palha de aço, esponja dupla face);

§  Manobras indevidas, com relação a registros, válvulas e bombas;

§  Se for constatado entupimento por quaisquer objetos jogados nos vasos sanitários e ralos, tais como absorventes higiênicos, folhas de papel, cotonetes, cabelos, pelo de animais, fraldas etc.;

§  Se for evidenciada a falta de troca dos vedantes (courinhos) das torneiras;

§  Se for evidenciada a falta de limpeza nos aeradores, provocando assim acúmulo de resíduos nos mesmos;

§  Se for evidenciada a retirada dos elementos de apoio (mão francesa, coluna do tanque, etc.) provocando a queda ou quebra da louça ou bancada;

§  Se for evidenciado vazamento ou danos nos sistemas hidráulicos, devido à desregulagem das válvulas redutoras de pressão e temperaturas (geradores de calor, aquecedores, etc.) discordantes das estabelecidas em projeto e recomendadas pela construtora;

§  Equipamentos que foram reparados por pessoas não autorizadas;

§  Aplicação de peças não originais ou inadequadas, ou ainda adaptação de peças adicionais sem autorização prévia do fabricante;

§  Equipamento instalado em locais onde a água é considerada não potável ou contenha impurezas e substâncias estranhas à mesma que ocasione o mau funcionamento do produto;

§  Objetos estranhos no interior do equipamento ou nas tubulações que prejudiquem ou impossibilitem o seu funcionamento;

§  Se for constatado entupimento por restos de obras realizadas nas unidades, tais como argamassa, entulho, colas, pedras ornamentais, tintas, etc.;

§  Se não forem tomados os cuidados de uso ou não forem feitas às manutenções preventivas necessárias.

Procedimentos

A seguir, procedimentos a serem adotados para corrigir alguns problemas:

Como desentupir a pia:

Com o auxílio de luvas de borracha, um desentupidor e uma chave inglesa, siga os seguintes passos:

§  Encha a pia de água;

§  Coloque o desentupidor a vácuo sobre o ralo, pressionando-o para baixo e para cima;

§  Observe se ele está totalmente submerso;

§  Quando a água começar a descer, continue a movimentar o desentupidor, deixando a torneira aberta;

§  Se a água não descer, tente com a mão ou com auxílio de uma chave inglesa, desatarraxar o copo do sifão. Neste copo ficam depositados os resíduos, geralmente responsáveis pelo entupimento. Mas não esqueça de colocar um balde embaixo do sifão, pois a água pode cair no chão;

§  Com um arame, tente desobstruir o ralo da pia, debaixo para cima, algumas vezes, os resíduos se localizam neste trecho do encanamento, daí a necessidade de usar o arame;

§  Coloque o copo que você retirou do sifão, não convém colocar produtos a base de soda cáustica dentro da tubulação de esgoto;

§  Depois do serviço pronto, abra a torneira e deixe correr água em abundância, para limpar bem.

Como consertar a torneira que está vazando:

§  Retire a tampa/ botão (quando houver) da cruzeta com a mão;

§  Utilizando uma chave de fenda, desrosquei o parafuso que prende a cruzeta;

§  Com o auxílio de um alicate de bico, desrosquei a porca que prende a canopla para poder ter acesso ao mecanismo de vedação;

§  Com o auxílio de um alicate de bico, desrosquei o mecanismo de vedação do corpo e o substitua por um novo.

Como desentupir o chuveiro:

§  Desrosquei a capa protetora do crivo;

§  Retire a proteção metálica (quando houver);

§  Retire o plástico ou borracha preta;

§  Com o auxílio de uma escova de dente, limpe o crivo desobstruindo os orifícios que podem ter acumulado detritos.

Como regular a caixa de descarga acoplada da bacia sanitária:

1. Regulagem:

§  Com cuidado, abra e retire a tampa da caixa acoplada;

2. Substituição:

§  Desrosquei a boia;

§  Leve-a à um depósito de materiais de construção para que sirva de modelo para a compra de uma nova;

§  Com a nova boia em mãos, encaixe-a e mosqueie-a exatamente no local de onde a antiga foi retirada.

Cuba de aço inox

Recomendações

§  A limpeza deve ser feita com água, detergentes suaves e neutros, em água morna, aplicados com um pano macio ou uma esponja de nylon. Depois basta enxaguar com bastante água, preferencialmente morna, e secar com um pano macio. A secagem é importante para evitar o aparecimento de manchas na superfície do produto e periodicamente podem ser polidos com polidores para metais;

§  Para preservar as características do aço inox, deve-se evitar o uso de ácidos e produtos químicos, tais como, ácido muriático, removedores de tintas e similares, os quais danificam a superfície do aço inox e, portanto devem ser evitados;

§  Saponáceos abrasivos não devem ser utilizados mesmo em casos extremos, pois pode prejudicar a superfície do aço inox.

 

5.2. Sistemas eletroeletrônicos

Instalações Elétricas Básicas

É o sistema destinado a distribuir a energia elétrica de forma segura e controlada em uma edificação conforme o projeto específico elaborado dentro das Normas Técnicas Brasileiras - ABNT e aprovado pela concessionária local.

Os principais componentes das instalações do seu apartamento são:

 

Quadro de medição

O medidor de cada unidade consumidora está localizado no pavimento térreo com a sua devida identificação em área especifica e identificada, sala de medidores, a ligação da unidade consumidora deve ser obrigatoriamente realizada pela concessionaria e deve ser providenciado o pedido de ligação pelo consumidor diretamente com a concessionária.

Quadro de Distribuição

Cada apartamento possui um quadro de distribuição de onde se originam todos os circuitos elétricos (de iluminação e tomadas), dimensionados de acordo com uma carga, pré-determinada. Os circuitos são divisões da distribuição de energia do apartamento, portanto cada circuito se refere a um conjunto de pontos, seja de tomada ou iluminação. No quadro haverá a identificação de cada um dos circuitos e seus respectivos disjuntores. Cada circuito do apartamento tem um disjuntor como proteção.

No quadro de distribuição apresentará a seguinte advertência, conforme a NBR 5410 Item 6.5.4.10.

ADVERTÊNCIA

1. Quando um disjuntor ou fusível atua, desligando algum circuito ou a instalação inteira, a causa pode ser uma sobrecarga ou um curto-circuito. Desligamentos frequentes são sinal de sobrecarga. Por isso, NUNCA troque seus disjuntores ou fusíveis por outros de maior corrente (maior amperagem) simplesmente. Como regra, a troca de um disjuntor ou fusível por outro de maior corrente requer, antes, a troca dos fios e cabos elétricos, por outros de maior seção (bitola).

2. Da mesma forma, NUNCA desative ou remova a chave automática de proteção contra

choques elétricos (dispositivo DR), mesmo em caso de desligamentos sem causa aparente. Se os desligamentos forem frequentes e, principalmente, se as tentativas de religar a chave não tiverem êxito, isso significa, muito provavelmente, que a instalação elétrica apresenta anomalias internas, que só podem ser identificadas e corrigidas por profissionais qualificados.

 

ATENÇÃO

A desativação ou remoção da chave significa a eliminação de medida protetora contra choques elétricos e risco de vida para os usuários da instalação.

Disjuntor geral

Localizado no quadro de distribuição, permite a passagem ou interrupção de corrente (energia) para o apartamento, além de proteger o barramento contra curto-circuito e sobrecargas.

 

Interruptor diferencial (*DR)

 É um dispositivo que visa à segurança pessoal e patrimonial, pois ele protege tanto contra um choque ou contra uma pequena fuga de corrente. Esse dispositivo funciona da seguinte forma: se você coloca um secador de cabelos na tomada ou qualquer outro equipamento elétrico, e este aparelho está com uma pequena fuga de corrente, ou seja, a energia que vem da tomada não está sendo completamente aproveitada pelo motor, mas está perdendo-se pelo fio e pela carcaça do aparelho, esse dispositivo, DR, entra em ação e corta o fornecimento de energia. Portanto não adquira aparelhos elétricos de fornecedores que não possam dar garantia de qualidade ou procedência, e não admita que pessoas não habilitadas ou funcionários executem reparos no quadro elétrico de seu apartamento.

ATENÇÃO

NÃO REMOVA O DISPOSITIVO DR

Disjuntor Parcial

A função principal dos disjuntores é proteger o circuito contra excesso de carga ou curto circuito, desligando-se automaticamente quando isto ocorrer. No caso de sobrecarga momentânea em um dos circuitos, o disjuntor em questão se desligará automaticamente. Se for novamente ligado e ele voltar a se desligar, é sinal que há sobrecarga contínua ou algum aparelho está em curto ou ainda o próprio circuito está em curto.

Neste caso deve-se chamar um profissional habilitado, mantendo o circuito desligado até a chegada e inspeção deste. Não se deve aceitar conselhos de leigos e curiosos.

Sempre que houver limpeza, reaperto ou manutenção das instalações elétricas ou mesmo uma simples troca de lâmpadas, desligue o disjuntor correspondente no circuito, ou na dúvida, desligue a chave geral.

Fios e Cabos

Toda a distribuição dos circuitos e a alimentação do quadro de distribuição geral são feitos através de fios e cabos com isolação de PVC, 450V, encordoamento 5 e dimensionados conforme normas.

Eletrodutos e Caixas

Para proteção mecânica dos fios e cabos dos circuitos são utilizados eletrodutos embutidos na laje ou paredes. Para fixação dos interruptores e tomadas são utilizadas caixas 4" x 2" ou 4" x 4".

Tomadas e Interruptores

Estão localizados de acordo com o projeto executivo de instalações elétricas. A instalação elétrica dos apartamentos, prevê as tomadas de uso geral e especifico com voltagem de 127 V, com exceção dos circuitos para condensadora de ar condicionado, localizadas nas áreas técnicas e os circuitos destinados a instalação dos chuveiros elétricos, que estão  com voltagem de 220V. A quantidade e localização das tomadas foi prevista, tendo em vista sua utilização lógica e racional, estando de tal forma dimensionada que dispensa a ligação de 2 (dois) ou mais aparelhos elétricos a uma mesma tomada, impedindo assim sobrecargas que possam prejudicar as instalações elétricas do apartamento.

A previsão para carga de iluminação e os pontos de tomada de uso geral foi determinada de acordo com os requisitos da NBR 5410.

Para os equipamentos com corrente nominal acima de 10A foram previstos circuitos independentes (uso específico).

 

 

 

 

ATENÇÃO

Não ligue novos pontos de consumo nos disjuntores já existentes;

Importante: as tomadas do apartamento seguem o novo padrão brasileiro. Por isso, antes de instalar aparelhos eletrodomésticos e eletroeletrônicos, verifique que eles seguem o novo padrão de plug e as capacidades das tomadas em função da carga do aparelho a ligar (10A ou 20A).

Obs.: Visando seu conforto e segurança, solicitamos que atente para o correto uso das tomadas elétricas de seu apartamento. Existem dois tipos de tomada em sua unidade: as de Uso Geral e as de Uso Especifico. O Uso equivocado destas pode ocasionar danos às instalações, aos aparelhos elétricos e até provocar acidentes.

As Tomadas de Uso Geral, no caso dos edifícios residenciais, estão localizadas nas salas, dormitórios e banheiros, destinadas ao uso de equipamentos gerais, como por exemplo: TVs, Dvds, Radio Relógio, Aparelhos de Som e demais equipamentos de baixa potencia. Estas tomadas têm capacidade máxima definida pelo fabricante.

Isto não quer dizer que podemos ligar em cada uma das tomadas, a capacidade máxima estipulada pelo fabricante, pois o circuito de tomadas tem uma limitação de carga conforme projeto e com disjuntores e DRs dimensionados de acordo. A somatória da carga de cada circuito não poderá exceder sua capacidade. É também aplicada uma demanda (não simultaneidade de funcionamento dos equipamentos).

Cada vez que a utilização exceder ao limite de potencia do circuito, o Disjuntor deste circuito irá desarmar. E ainda, se todos os circuitos estiverem excedendo as potências mencionadas no seu Manual do Proprietário, o disjuntor geral de proteção (localizado no Centro de Medição) desarmará.

Potências Máximas Previstas:

As Tomadas de Uso Geral, por norma, são projetadas para uma potência de 100 W (salas, dormitórios e algumas na cozinha) e 600 W (banheiros e algumas na cozinha). Ou seja, mesmo que a tomada suporte 1.000 W, para cada tomada de uso geral, como cálculo de potência para o circuito elétrico, são considerados somente 100 W e 600 W.

As Tomadas de Uso Especifico, no caso dos edifícios residenciais, estão localizadas na cozinha. Verifique as potencias (Watts) antes de ligar seus equipamentos elétricos.

Vale salientar que, toda esta metodologia de cálculo e considerações de potências e usos, são recomendadas pelas Normas Brasileiras e pela concessionária de energia da Cidade de São Luís.

Abaixo, confira algumas dicas para evitar problemas em sua instalação:

§  Não utilizar adaptadores de tomadas e têes derivadores do tipo “benjamim”, além de serem equipamentos fora das normas técnicas, podem provocar acidentes e até incêndio, devido ao aquecimento de sua conexão com o aparelho e a tomada;

§  Certifique-se que o plug dos equipamentos esteja perfeitamente acoplado a tomada, pois o plug mal encaixado gera aquecimento da conexão, podendo ocasionar acidentes e até incêndio.

 

 

Segurança contra choque elétrico

Em função do rebaixo existente na configuração desta tomada, evita-se o contato com as partes energizadas dos plugues, fato este muito comum quando um plugue está parcialmente inserido na tomada ou quando ocorre uma inserção unipolar deixando um dos pinos energizado exposto ao contato do usuário.

Conclusão: Em ambos os casos os usuários podem levar um choque elétrico com risco de vida, principalmente as crianças, e com a nova geometria da tomada padrão isso não ocorrerá.

Espelhos de interruptores e tomadas (acabamentos)

Os materiais de acabamento são da marca Pial Legrand, linha Prime, modelo Nereya TM, cor branca.

A limpeza das placas e mecanismos deverá ser feita com pano umedecido em água e sabão neutro.

Aparelhos elétricos

Lembre-se que as instalações elétricas de seu apartamento foram dimensionadas para uso dos aparelhos instalados ou previstos em projeto e para eletrodomésticos usados comumente em unidades residenciais.

Ao adquirir um aparelho elétrico, verifique se o local escolhido para a sua instalação foi previsto em projeto, de modo que o funcionamento ocorra nas condições exigidas pelo fabricante.

Antes de instalar aparelhos eletrodomésticos e eletroeletrônicos, verifique as capacidades das tomadas em função da carga do aparelho a ser ligado (10A ou 20 A).

As instalações de luminárias, máquinas ou similares deverão ser executadas por técnicos habilitados observando-se em especial a potência (W), tensão (V), corrente (I), seção (mm²), aterramento qualidade da fiação, isolamento, tomadas e plugs dos equipamentos.

Circuito

É o conjunto de tomadas de energia, pontos de iluminação, tomadas especiais e interruptores, cuja enfiação encontra-se interligada.

É sempre importante verificar se a carga do aparelho a ser instalado não sobrecarregará a capacidade de carga elétrica da tomada e da instalação do circuito (disjuntor).

Evite utilizar benjamins ou têes, pois podem provocar sobrecarga nos circuitos elétricos e mal contato que geram superaquecimentos indesejados.

Evite também o excesso de lâmpadas nas decorações dos forros de gesso (lâmpadas dicroicas, spots embutidos, etc.), pois isso normalmente sobrecarrega o circuito e superaquece os fios.

Cuidados de Uso

§  Não trocar os disjuntores por outros de amperagem maior, pois tal atitude pode provocar danos na instalação;

§  Não manusear aparelhos elétricos quando houver contato com água, pois podem ocorrer acidentes fatais;

§  Ao lidar com eletricidade, procurar usar calçado com sola de borracha inteiriça (tênis, por exemplo), pois a borracha, sendo má condutora de energia, isola do chão, evitando choques;

§  Nunca segurar dois fios ao mesmo tempo. O contato simultâneo com um fio fase e um neutro pode ocasionar passagem de corrente e uma possível parada cardíaca;

§  Quando tiver que lidar com instalação elétrica, isolar sempre o fio que acabou de mexer antes de desencapar o outro;

§  Caso o dispositivo DR desarme, basta girar sua chave para armá-lo novamente. Mas se ele tornar a desarmar, não force o dispositivo e procure desconectar o equipamento elétrico que poderá estar causando a fuga de corrente;

§  A compra de lâmpadas e aparelhos deve ser orientada em função da voltagem instalada;

§  Evite utilizar benjamins ou têes, pois eles normalmente provocam sobrecarga nos circuitos elétricos e mau contato que geram sobreaquecimentos indesejados;

§  Em caso de emergência ou incêndio, desligue a chave geral do quadro de distribuição;

§  Na instalação de armários próximos às tomadas e interruptores, certifique-se que o marceneiro recortou e reinstalou os mesmos no próprio corpo do armário;

§   Nos ambientes onde há forro de gesso foram deixados fios soltos sobre os forros;

§  Marcadas as locações exatas dos furos, os mesmos deverão ser feitos com serra copo. As luminárias deverão ter rabicho para encaixar no fio sobre o forro;

§  A manutenção das instalações elétricas deve ser executada com os circuitos desenergizados (disjuntores desligados);

§  Permitir somente que profissionais habilitados tenham acesso às instalações e equipamentos. Isso evitará curto circuito, choque etc.;

§  Sempre que for executada manutenção nas instalações, como troca de lâmpadas, limpeza e reaperto dos componentes, desligar os disjuntores correspondentes;

§  Na instalação das luminárias, as mesmas devem ser ligadas ao fio terra localizado em cada ponto de instalação;

§  Efetuar limpeza nas partes externas das instalações elétricas (espelho, tampas de quadros etc.) somente com pano ligeiramente úmido;

§  Todas as tomadas do apartamento são aterradas;

§  Não confundir o fio terra (cor verde) com os fios fase para não simular uma ligação de 110V onde deveria ser 220V causando um curto-circuito em toda a instalação;

§  O pedido de ligação de energia em seu imóvel deve ser requerido à CELPA;

§  A iluminação indireta feita com lâmpadas fluorescentes tende a manchar a superfície (forro de gesso) da qual estiver muito próxima, portanto, são necessárias limpezas ou pinturas constantes neste local;

§  Luminárias utilizadas em áreas descobertas ou externas onde existe umidade excessiva podem ter seu tempo de vida diminuído, necessitando de manutenções frequentes envolvendo troca de lâmpadas;

§  Rever estado de isolamento das emendas de fios;

§  Reapertar a cada dois anos todas as conexões do Quadro de Distribuição;

§  Testar a cada 6 (seis) meses o disjuntor tipo DR apertando o botão localizado no próprio disjuntor. Ao apertar o botão, a energia será cortada. Caso isso não ocorra, trocar o DR;

§  Reapertar anualmente todas as conexões (tomadas, interruptores e ponto de luz);

§  Verificar o estado dos contatos elétricos substituindo peças que apresentem desgaste, quando necessário (tomadas, interruptores e pontos de luz);

Manutenção Preventiva

§  A manutenção preventiva ou corretiva das instalações elétricas deve ser executada com os disjuntores dos circuitos desligados;

§  Rever estado de isolamento das emendas de fios;

§  Reapertar a cada dois anos todas as conexões do Quadro de Distribuição;

§  Testar a cada 6 (seis) meses o disjuntor tipo DR apertando o botão localizado no próprio disjuntor. Ao apertar o botão, a energia será cortada. Caso isso não ocorra, trocar o DR;

§  Reapertar anualmente todas as conexões (tomadas, interruptores e ponto de luz);

§  Verificar o estado dos contatos elétricos substituindo peças que apresentem desgaste, quando necessário (tomadas, interruptores e pontos de luz);

Reformas:

§  De acordo com a decoração dos ambientes, o proprietário poderá necessitar a mudança de localização de pontos (interruptores, tomadas, etc.), caso isto ocorra, deve-se ter o cuidado de verificar os desenhos e croquis de instalações elétricas contidos neste Manual, conferindo a localização de prumadas e de condutores elétricos a fim de não afetar as instalações originais do apartamento;

§  Qualquer acréscimo de ponto deverá desequilibrar o sistema, portanto não deverá ser feito nenhum acréscimo de carga elétrica no sistema do apartamento;

§  Quando um prestador de serviço for utilizar as tomadas do apartamento, deve-se tomar cuidado para que o mesmo não utilize diretamente o quadro de força, pois isto poderá danificar os circuitos e o DR;

§  Evite perfuração na parede próxima ao quadro de distribuição e nos alinhamentos verticais de interruptores e tomadas, para evitar acidentes com fios elétricos;

No caso de instalação de fogões de embutir:

§  O fogão de embutir deve ter a sua tomada conectada fora do nicho do móvel e fora de gabinetes e armários, sem cruzar a traseira do fogão;

§  É proibido conectar o plug do fogão em tomadas localizadas atrás ou acima da região das bocas do mesmo, nestas regiões ocorre liberação de gases quentes do forno, que podem superaquecer os terminais elétricos, diminuindo a vida útil dos mesmos, podendo gerar curto circuito. Em casos extremos poderão derreter a tomada, causando princípio de incêndio;

§  Tanto a rede elétrica quanto o registro de gás que servem o fogão devem estar acessíveis.

ATENÇÃO

Qualquer forma nas instalações elétricas implica em perda total da garantia do sistema.

Procedimentos

A seguir, procedimentos a serem adotados para corrigir alguns problemas:

 

Parte da instalação não funciona:

§  Verificar no quadro de distribuição, se o disjuntor daquele circuito não está desligado. Em caso afirmativo religá-lo;

§  Se ao religá-lo ele voltar a desarmar, solicite a assistência de um técnico habilitado, pois duas possibilidades podem ter ocorrido:

-     O disjuntor está com defeito e deverá ser substituído por outro;

-     Existe algum curto-circuito na instalação e será necessário reparo.

Disjuntores do quadro de distribuição desarmando com frequência:

§  Verificar se existe algum mau contato elétrico (conexões frouxas) que são sempre fonte de calor, e que afeta a capacidade dos disjuntores. Neste caso, um simples reaperto nas conexões resolverá o problema;

§  Outra possibilidade é que o circuito esteja sobrecarregado com instalação de novas cargas, cujas características de potência são superiores às previstas no projeto. Tal fato deve ser rigorosamente evitado;

§  Verificar se não existe nenhum aparelho conectado ao circuito em questão, com problema de isolamento ou mau contato que possa causar fuga de corrente.

Superaquecimento no quadro de distribuição:

§  Verificar se existem conexões frouxas e reapertá-las;

§  Verificar se existe algum disjuntor com aquecimento acima do normal. Isto pode ser provocado por mau contato interno do disjuntor devendo o mesmo ser imediatamente desligado e substituído.

Perda da Garantia

§  Se for feita qualquer mudança no sistema de instalação que altere suas características originais;

§  Se forem realizadas alterações e/ ou acréscimos em pontos de iluminação, deslocamentos de tomadas e interruptores e/ ou acréscimos de pontos;

§  Se for evidenciada a substituição de disjuntores por outros de capacidade diferente, de maior ou menor amperagem;

§  Se for evidenciado o uso de eletrodomésticos velhos, chuveiros ou aquecedores elétricos sem blindagem, que possam estar desarmando os disjuntores;

§  Se for evidenciada sobrecarga nos circuitos devido à ligação de vários equipamentos no mesmo circuito;

§  Se for verificada a não utilização de proteção individual para equipamentos sensíveis;

§  Se for retirado o lacre deixado pela construtora;

§  Se não forem tomados os cuidados de uso ou não forem feitas às manutenções preventivas necessárias.

 

 

 

 

5.3. Sistemas de ar-condicionado e exaustão mecânica

Ar condicionado

Os apartamentos foram construídos com previsão para instalação de sistema de ar condicionado do tipo SPLIT.

Para os apartamentos tipo existe uma previsão de carga elétrica de:

§  Torre A/D – 3620W no circuito 7 e 1753W no circuito 8 (nos apartamentos de 76m²), 2400W no circuito 7 (nos apartamentos de 58m²), localizada no terraço técnico – fora da unidade (caixas 4”x2”).

§  Torre B/C – 3620W no circuito 7 e 1753W no circuito 8 (nos apartamentos de 76m²), 2400W no circuito 7 (nos apartamentos de 58m²), localizada no terraço técnico – fora da unidade (caixas 4”x2”).

Fica por conta do proprietário a aquisição e instalação dos equipamentos, visto que a infraestrutura para instalação das máquinas de ar condicionado (condensadora e a evaporadora) nos dormitórios, já está pronta.

Recomenda-se que a empresa ou mão de obra especializada contratada para tal serviço certifique-se de que a tubulação de saída do equipamento esteja bem conectada com os drenos, para evitar problemas de vazamento.

 

Apartamentos Tipo

Foi executada parte da infraestrutura necessária para a instalação dos equipamentos de ar condicionado (dreno e instalações elétricas). Os equipamentos e as tubulações frigorígenas ficam a cargo do proprietário.

Este sistema deverá ser composto de 02 unidades condensadoras externas – multi-split a serem instaladas no terraço técnico e de 03 ou 04 unidades evaporadoras internas localizadas em todos os dormitórios e na sala.

Obs.: a unidade evaporadora não deve ser do modelo com tomada.

ATENÇÃO

No capítulo “Anexos Técnicos” está o desenho de ar condicionado com a sugestão para o encaminhamento da tubulação frigorígenas.

 

Unidades tipo (tipo Split)

Torre A – Marselha e Lion / Torre D – Arles e Saint-Remy

APTO 92 m²

Nomenclatura

Unidades Evaporadoras

Unidades Condensadores

Ambientes a instalar

Suíte

Semi-suíte / Quarto 1

Área técnica

Quantidade

01

01 (para cada ambiente)

02

Capacidade Btu’s

9.000

9.000

18.000 / 27.000

APTO 66 m²

Nomenclatura

Unidades Evaporadoras

Unidades Condensadores

Ambientes a instalar

Suíte

Quarto 1

Área técnica

Quantidade

01

01 (para cada ambiente)

02

Capacidade Btu’s

9.000

9.000

18.000 / 27.000

 

Torre B – Cannes e Toulon / Torre C – Avignon e Nice

APTO 76 m²

Nomenclatura

Unidades Evaporadoras

Unidades Condensadores

Ambientes a instalar

Suíte

Quarto 1 / 2

Área técnica

Quantidade

01

01 (para cada ambiente)

02

Capacidade Btu’s

9.000

9.000

18.000 / 27.000

APTO 58 m²

Nomenclatura

Unidades Evaporadoras

Unidades Condensadores

Ambientes a instalar

Suíte

Quarto 1

Área técnica

Quantidade

01

01 (para cada ambiente)

02

Capacidade Btu’s

9.000

9.000

18.000 / 27.000

Cuidados de Uso

§  Ventilar o ambiente antes de operar o ar condicionado caso tenha ocorrido de gás inflamável no ambiente por algum outro tipo de aparelho;

§  Desligar o disjuntor ao realizar a limpeza do ar condicionado para evitar choque elétrico;

§  Desligar o disjuntor caso o ar condicionado não seja utilizado por um longo período de tempo;

§  Não manusear o aparelho com as mãos molhadas;

§  Não limpar o ar condicionado com água, utilizar pano seco;

§  Não colocar obstáculos na frente das unidades interna e externa que possam impedir a entrada e saída de ar do aparelho. Caso isso ocorra poderá fazer com que o rendimento da maquina diminua ou até mesmo faça o condicionador de ar parar de funcionar.

Manutenção Preventiva

§  A manutenção do ar condicionado deve ser sempre realizada pelo fabricante ou empresa especializada;

§  Procurar instalar as maquina em locais com espaço suficiente, onde possibilitem executar manutenções e/ ou reparos da mesma.

Perda de Garantia

§  Se for feita qualquer mudança no sistema de instalação que altere suas características originais;

§  Se forem realizadas alterações na infra e/ ou acréscimos de pontos;

§  Se for executado reforma ou descaracterização do sistema;

§  Se for diagnosticado mau instalação das maquinas, danos as redes frigorígenas, vazamento de gás refrigerante das tubulações, sobrecarga nas instalações elétricas, substituição de cabeamento, etc.;

§  Se as válvulas de serviço forem abertas e ocorrer vazamento do gás refrigerante da linha;

§  Caso não sejam seguidas as orientações do manual do fabricante quanto as manutenções preventivas e corretivas;

§  Se não forem tomados os cuidados de uso ou não forem feitas às manutenções preventivas necessárias.

Exaustão Mecânica

Trata-se de um sistema de ventilação mecânica forçada, com objetivo de renovar o ar do ambiente dos banheiros.

O sistema é do tipo individual, captando ar do ambiente através de um exaustor instalado no teto e que conduz o ar até a área externa da edificação através de dutos (tubulações). Este sistema é acionado no interruptor de luz.

Manutenções e Recomendações

§  A manutenção preventiva deve ser feita através de limpeza, a fim de remover o pó acumulado nas aletas.

§  No caso do equipamento apresentar problemas após o vencimento da garantia determinada pelo fabricante, entrar em contato com o mesmo para receber instruções quanto a assistência técnica, e endereços de empresas autorizadas que possam efetuar o reparo.

§  Lembre-se sempre de desligar a chave geral no quadro de luz, antes de efetuar qualquer procedimento no equipamento.

§  Não tente você mesmo efetuar os reparos no equipamento.

§  Antes de acionar o fabricante ou construtora no caso da vigência da garantia, verifique se o problema não é no interruptor de acionamento do mesmo.

Prazos de garantia

§  Desempenho do equipamento – especificado pelo Fabricante.

§  Problemas com a instalação – 1 ano.

Perda de garantia

§  Se o sistema for alterado.

§  Se não forem tomados os cuidados de uso ou não for realizada a manutenção preventiva.

 

5.4. Sistemas de automação

Iluminação de emergência

Existe ainda uma iluminação de emergência nas áreas de rota de fuga - escadarias e circulação, destinada a manutenção das condições mínimas operacionais em situações de emergência como, incêndios ou outros sinistros.

Esses pontos (blocos autônomos) são alimentados por baterias autônomas em situação de substituição da fonte normal (falta de energia) e serão acionados automaticamente acendendo instantaneamente, podendo permanecer ligados por um período mínimo de 1 hora, ao ser restabelecido o fornecimento de energia, os blocos desligarão automaticamente.

Luminárias externas

As luminárias dos terraços foram entregues pela Construtora, e é elemento da fachada, portanto não pode ser alterada sem a prévia autorização do Condomínio.

Descrição: Plafon Bronzearte de embutir BS GDE, 1 luz aro de aço branco, para lâmpada incandescente 60W.

Sensor de presença

Encontram-se instalados nas escadarias e nos halls sensores de presença que servem para manter acesas as lâmpadas durante o tempo em que as pessoas estejam nesses locais, o que permite sensível economia de energia ao condomínio.

A manutenção preventiva e corretiva dos sensores de presença é de responsabilidade do condomínio.

Perda da Garantia

§  Se for feita qualquer mudança no sistema de instalação que altere suas características originais;

§  Se forem realizadas alterações e/ ou acréscimos de pontos de iluminação que sobrecarreguem o circuito;

§  Se for executado reforma ou descaracterização do sistema;

§  Se não forem tomados os cuidados de uso ou não forem feitas às manutenções preventivas necessárias.

 

5.5. Sistemas de comunicação

Telefonia

Foi executada a enfiação para a instalação de telefone no apartamento, localizado na sala, e tubulação seca para os dormitórios. É possível instalar uma linha telefônica por apartamento. A instalação da linha telefônica e do aparelho é de responsabilidade do Condômino.

Interfone

Junto com suas chaves foi entregue um aparelho de interfone (gondola de parede) na cor branca que permite a comunicação entre todos os apartamentos, a guarita do condomínio e todos os demais pontos instalados na área comum. O ponto para instalação do interfone está localizado na cozinha. Basta conectá-lo à tomada.

A manutenção deve ser feita apenas pela empresa credenciada pelo condomínio

Cuidados de Uso

§  Não jogar água nos pontos de comunicação;

Perda da Garantia

§  Se for feita qualquer mudança no sistema de instalação que altere suas características originais;

§  Se for realizado deslocamento do ponto de interfone;

§  Se não forem tomados os cuidados de uso ou não forem feitas às manutenções preventivas necessárias.

Pontos para Televisão – Antena coletiva e TV de Assinatura

Foi executada a infraestrutura (tubulação seca) para futura instalação de antena coletiva (sinal aberto) ou TV a cabo nos pontos de televisão do apartamento.

Na cobertura foi prevista caixa destinada à instalação dos equipamentos de amplificação e distribuição dos sinais para os apartamentos através de antena coletiva, com recepção de sinais via satélite ou de antenas convencionais. Esta caixa está interligada ao shaft de telemática para a distribuição pelo empreendimento.

Por se tratar de uma rede aérea, a ligação para TV a cabo foi projetada para fornecimento de sinal com as operadoras tradicionais.

Cuidados de Uso

§  Não realizar perfurações locais próximos aos quadros de passagem dos sistemas de comunicação;

§  Ao instalarem armários sobre pontos de telefone e/ou TV a cabo, é necessário que os fornecedores recortem a madeira para que possa obter acesso a esses pontos, pois no caso de uma manutenção o técnico obrigatoriamente deverá ter acesso a todos os pontos de telefone e TV;

§  Não jogar água nos pontos de comunicação.

Perda da Garantia

§  Se for feita qualquer mudança no sistema de instalação que altere suas características originais;

§  Se forem retirados os arames guias das tubulações secas, sem passagem de cabos;

§  Se forem realizadas alterações e/ ou acréscimos em pontos de telefonia e/ ou TV, deslocamentos e/ ou acréscimos de pontos;

§  Se for executado reforma ou descaracterização dos sistemas por empresas na credenciadas junto ao fabricante dos equipamentos;

§  Caso não sejam seguidas as orientações do manual do fabricante;

§  Se não forem tomados os cuidados de uso ou não forem feitas às manutenções preventivas necessárias.

 

 

 

 

5.6. Sistemas de incêndio

Reserva Técnica

A reserva de incêndio é um volume de água existente no reservatório de água superior, disposto de tal forma que a água é sempre reciclada (portanto, não há preocupação de estagnação) e, ao mesmo tempo é garantida a reserva ainda que falte água para outros usos.

Redes de Hidrantes

A rede de alimentação dos hidrantes são independentes da rede de distribuição dos edifícios.

Este sistema é alimentado por gravidade ou pressurizado por um conjunto motor-bomba alimentado por meio de um quadro geral instalado na guarita ou sala de segurança e será atendido pelo sistema emergencial a qualquer tempo.

Neste quadro foram instaladas as proteções das bombas da rede de hidrante para combate a incêndio.

Instalações e Equipamentos contra incêndio

O sistema de proteção e combate a incêndio dos edifícios é composto por:

§  Extintores;

§  Hidrantes;

§  Alarme de Incêndio

§  Botoeira de Incêndio – para acionamento da bomba de incêndio;

§  Portas corta-fogo;

Extintores

Foram instalados e distribuídos conforme legislação em vigor do Corpo de Bombeiros.

Os extintores de incêndio servem para um primeiro combate a pequenos incêndios. Para tanto é importante ler atentamente as instruções contidas no corpo do próprio equipamento, especialmente no que diz respeito às classes de incêndio, para a qual é indicado e como utilizá-lo.

A tabela elucida a sua utilização:

Classe do incêndio

Tipo de incêndio

Extintor recomendado

A

Materiais sólidos, fibras têxteis, madeira, papel, etc.

Água pressurizada

B

Líquidos inflamáveis e derivados de petróleo

Gás carbônico, pó químico seco

C

Material elétrico, motores, transformadores etc.

Gás carbônico, pó químico seco

D

Gases inflamáveis sob pressão

Gás carbônico, pó químico seco

Os extintores e o local de sua colocação não devem ser alterados, pois foram determinados pelo Projeto de Combate a Incêndio e Pânico devidamente aprovado pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Maranhão.

Hidrantes

As caixas de hidrante possuem mangueiras que permitem combater o incêndio com segurança, em qualquer ponto do pavimento.

Porta corta-fogo

Os halls das escadas são isolados por portas corta-fogo (PCF). As portas corta-fogo têm a finalidade de impedir a propagação do fogo e proteger as escadas durante a fuga. Elas são do tipo P90 e P60, tendo um tempo médio de duração de 90 min ou 60 min, respectivamente, após o contato com o fogo. As portas corta-fogo (PCF) devem ser mantidas sempre fechadas para que o sistema de molas não seja danificado e impeça o perfeito funcionamento em caso de necessidade. O acesso a essas portas nunca pode ficar obstruído.

Rota de fuga

Corredores, escadas e saídas são rotas de fuga, devendo sempre ser mantidas desobstruídas para facilitar o trânsito de pessoas e o escoamento do tráfego em caso de emergência. A rota está indicada por elementos de comunicação visual.

Formação de Brigada de Incêndio

Por exigência do Corpo de Bombeiros é obrigatório à formação e treinamento de Brigada de Incêndio composta por integrantes do condomínio. Deverá ser definido pelo Síndico junto com a Administradora.

Apesar dos riscos de incêndio serem menores em edifícios residenciais, eles podem ser provocados por descuidos, como ferros de passar ligados, panelas superaquecidas, curtos-circuitos ou mesmo cigarros mal apagados. A maior frequência das causas de incêndio se origina de curtos-circuitos cujas causas, dentre outras, são:

§  Desequilíbrio de cargas entre ramais;

§  Execução inadequada das instalações;

§  Mau estado de conservação;

§  Aumento de carga sem supervisão técnica;

§  Abuso de aparelhos eletroeletrônicos;

§  Modificações das características iniciais dos projetos de instalação elétrica;

§  Falta de manutenção.

ATENÇÃO

Em caso de incêndio:

§  Ao notar indícios de incêndio (fumaça, cheiro de queimado etc.), certifique-se do que está queimando e da extensão do fogo, sempre a uma distância segura;

§  Ligue para o Corpo de Bombeiros pelo número 193;

§  Avise imediatamente a guarita, a segurança ou o responsável pelo condomínio;

§  Combata o fogo utilizando o extintor mais apropriado conforme descrito na tabela de classes de incêndio;

§  Em caso de não saber manusear os extintores, saia do local imediatamente: fechando as portas e as janelas atrás de si, sem trancá-las, desligando a eletricidade e alertando os demais moradores;

§  Jamais utilize os elevadores em caso de incêndio;

§  Não tente salvar objetos - a sua vida é mais importante;

§  Em no máximo 60 dias da instalação do condomínio, deverá ser formado uma brigada de incêndio, conforme instrução técnica nº19 do Corpo de Bombeiros, que poderá ser acessada através do site: www.cbm.ma.gov.br.

 

 

5.7. Fundações e estruturas

A estrutura da edificação é composta por um sistema convencional, na qual foi utilizado concreto armado.

No sistema convencional, a transferência de todas as cargas atuantes para as fundações é feita através de elementos denominados lajes maciças, vigas e pilares.

Fundação: elemento estrutural responsável pela transmissão das cargas para o solo.

Concreto Armado: é um arranjo estrutural composto de concreto (areia, cimento e seixo) e aço, este arranjo é elaborado de acordo com a resistência necessária para cada utilização.

Lajes Maciças: elementos estruturais planos que recebem as ações diretas das cargas (pisos, alvenarias, móveis etc.). Os carregamentos são distribuídos ao longo de sua superfície.

Vigas: peças lineares horizontais que recebem os carregamentos advindos das lajes. São peças periféricas às lajes e responsáveis pelas distribuições das cargas para os pilares.

Pilares: peças lineares verticais, cujos carregamentos principais provenientes das vigas são neles concentrados e transmitidos às fundações.

As fundações são elementos de fundamental importância na estabilidade do edifício, respondendo por boa parte dos aspectos relacionados à solidez e a segurança do mesmo.

Veja abaixo um exemplo mostrando os elementos construtivos.

                                              imagem02.bmp

ATENÇÃO

Numa edificação realizada em concreto não é permitido a retirada total ou parcial de pilares, vigas e lajes. Da mesma forma, não se deve sobrecarregá-los além dos limites previstos no projeto original que é de 2,00 KN/m² para cozinha e área de serviço, e de 1,50 KN/m² para os demais ambientes conforme prescrição da “Tabela 2 - Valores mínimos das cargas verticais” da NBR 6120/2000 (pavimento tipo), como por exemplo, grandes cargas nos terraços (vasos e ou equipamentos não previstos para utilização doméstica), execução de alvenarias, etc. Portanto fica vetada qualquer alteração no projeto estrutural.

Cuidados de Uso e Manutenções

As recomendações para evitar qualquer tipo de dano à estrutura são as seguintes:

§  NÃO retirar total ou parcialmente nenhum elemento estrutural, pois pode abalar a estabilidade e segurança da edificação;

§  NÃO sobrecarregar as estruturas e paredes além dos limites de utilização previstos no projeto, pois esta sobrecarga pode gerar fissuras ou até comprometer os elementos estruturais e de vedação;

§  Antes de perfurar as paredes, consulte os projetos, evitando deste modo a perfuração de tubulações de água, energia elétrica ou gás, nelas embutidas;

§  Antes de perfurar paredes, certifique-se também se o local escolhido não contém pilares e vigas.

§  Para melhor fixação de peças ou acessórios, use apenas parafusos com buchas adequados.

§  A manutenção preventiva da estrutura do edifício deve ser feita por ações planejadas pelo condomínio por inspeções e vistorias a serem realizadas por profissional habilitado a ser contratado, com constatação de sua capacitação para tais atividades.

Prazos de garantia

§  Defeitos que comprometem a solidez ou segurança da edificação – 5 anos.

Perda da garantia

§  Se qualquer um dos elementos estruturais for retirado ou afetado, mesmo que parcialmente (exemplo: pilares, vigas, painéis, lajes);

§  Se forem alterados quaisquer elementos de vedação com relação ao projeto original;

§  Se forem identificadas sobrecarregas nas estruturas e paredes além dos limites de utilização previstos;

§  Se não forem tomados os cuidados de uso necessários.

 

5.8. Vedações

As alvenarias constituem-se em elementos de vedações (externa ou periférica) ou fechamentos, não possuindo características estruturais. Porém a sua retirada poderá gerar uma acomodação nos apartamentos lindeiros (superior e inferior) que podem apresentar fissuras provenientes desta acomodação, sendo de responsabilidade do autor desta modificação o ressarcimento dos reparos das unidades eventualmente danificadas.

As paredes dos apartamentos foram executadas com blocos vazados de concreto simples, com largura variando conforme sua utilização. Estes materiais são resistentes mecanicamente, possibilitando a fixação de quadros ou elementos decorativos.

ATENÇÃO

Antes de perfurar paredes para colocação de quadros, armários ou outros objetos consulte os projetos e detalhamentos do seu imóvel e os desenhos (capítulo “Anexos Técnicos). Procedendo dessa forma você evitará furar as tubulações de água e instalações elétricas, bem como pilares e vigas, sendo estes de mais difícil perfuração. É preferível a utilização de furadeira e buchas com parafusos especiais para blocos, evitando-se o uso de pregos e martelo, que tem grande capacidade de penetração e poderá danificar o acabamento da parede.

Obs.: Os materiais utilizados na estrutura, alvenaria e revestimento das paredes são de naturezas diversas, possuindo diferentes coeficientes de elasticidade, de resistência e dilatação térmica. Assim sendo, diante de variações bruscas da temperatura ambiente, da acomodação natural da estrutura causada pela ocupação gradativa do edifício, bem como quando submetidos a cargas específicas, estes podem se comportar de forma diferente, o que eventualmente acarreta aparecimento de fissuras localizadas no revestimento das paredes, fato este que NÃO compromete de forma alguma a segurança da edificação.

A manutenção desse tipo de manifestação é de responsabilidade do proprietário durante a repintura do imóvel, recomendada a cada 2 anos.

Não recomendamos efetuar reformas no seu apartamento que envolva demolição ou construção de paredes, abertura ou fechamento de vãos, sem a prévia consulta aos projetos.

Recomenda-se a repintura do imóvel a cada 2 anos.

 

5.9. Impermeabilizações

A impermeabilização protege as edificações contra a penetração indesejável de água tanto nos ambientes quanto na estrutura de concreto.

Em seu apartamento são impermeabilizados: o Box dos banheiros, WC de serviço, ralo da área de serviço e terraço. A área de serviço possui proteção na região do ralo (reforço ao redor do ralo), portanto não devem receber água em abundância.

As proteções são imperceptíveis, pois ficam sob os revestimentos finais dos pisos e das paredes.

A existência de ralos nas regiões não impermeabilizadas ou apenas ao redor do ralo tem apenas a função de facilitar o escoamento da água para evitar caso de incidente hidráulico.

Não quebre ou perfure os pisos e revestimentos das áreas impermeabilizadas, sob pena de perda de garantia.

Materiais utilizados

Local

Tipo de Impermeabilização

Terraços

Argamassa Elastomérica em 3 demãos com reforço de tela nos ralos

Ralo da varanda

Ralo da área de serviço

Box dos banheiros

 

ATENÇÃO

Ao instalar boxes nos banheiros, faça-o sobre a baguete de granito ou mármore. Realizar a fixação nas paredes (consulte desenhos das vistas hidráulicas neste manual) com o auxílio de silicone, evitando perfurar pisos e rodapés, protegendo assim a impermeabilização e auxiliando na vedação.

Cuidados de Uso

§  As áreas não impermeabilizadas, como, por exemplo, a cozinha, não devem ser lavadas com água corrente;

§  Utilizar “lavagem a seco” para áreas não impermeabilizadas;

§  Não permitir a fixação de nenhum elemento sobre lajes impermeabilizadas através da utilização de buchas, parafusos ou chumbadores. Não fixar pregos, parafusos ou buchas, nem chumbadores nos revestimentos das paredes impermeabilizadas, uma vez que há impermeabilização na parede em uma altura de 20 a 30 cm, especialmente na área técnica com suporte para unidade condensadora;

§  Para qualquer tipo de instalação de equipamento sobre superfície impermeabilizada, deve-se solicitar a presença de uma empresa especializada em impermeabilização;

§  Caso as áreas molhadas não sejam revestidas por opção do proprietário, tomar os devidos cuidados com o uso de ferramentas em reformas ou manutenções;

§  Não esfregar vassouras de piaçava ou nylon, pois podem danificar o rejuntamento;

§  Evite usar ácidos, soda cáustica ou detergentes na limpeza dos pisos e azulejos, que pelo seu alto poder de corrosão, tendem a eliminar os rejuntamentos dos materiais, podendo provocar infiltrações generalizadas;

§  O piso fora da área do box dos banhos não possui caimento. Devido às tolerâncias de execução, a água poderá empoçar em algum ponto por ocorrência de pequenos desníveis. Fora do box, os ralos (ralos de segurança) tem a função apenas de facilitar o escoamento de água caso ocorra algum incidente hidráulico. Este mesmo conceito é empregado para todos os ambientes que contêm ralos;

§  Recomenda-se que estas áreas (áreas úmidas) sejam higienizadas com germicida e pano úmido e não lavadas, pois esse ato poderá danificar as esquadrias de madeira (portas, batentes e guarnições), paredes e em alguns casos pisos de madeira instalados próximos as estas regiões.

Manutenção Preventiva

§  Evite usar ácidos, soda cáustica ou detergentes na limpeza dos pisos e azulejos, que pelo seu alto poder de corrosão, tendem a eliminar os rejuntamentos dos materiais, podendo provocar infiltrações generalizadas;

§  Não esfregar vassouras de piaçava ou nylon, porque também podem danificar o rejuntamento;

§  Não fincar, cravar ou fixar peças ou chumbadores nos pisos impermeabilizados;

§  Inspecionar a cada seis meses os rejuntamentos dos pisos, paredes, soleiras, ralos e peças sanitárias, pois, através das falhas nos mesmos, poderá ocorrer infiltração de água;

§  Caso haja danos à impermeabilização, não executar os reparos com os materiais e sistemas diferentes do aplicado originalmente, pois a incompatibilidade pode comprometer o bom desempenho do sistema;

§  Se aparecerem manchas de umidade no teto do seu apartamento, antes de formalizar qualquer reclamação, peça ao proprietário da unidade superior que verifique o rejuntamento dos pisos, ralos e peças sanitárias. Havendo alterações nas instalações originais da unidade superior, a garantia estará perdida;

§  No caso de defeitos de impermeabilização e de infiltração de água, não tente você mesmo resolver o problema, procure profissionais habilitados para tal.

Perda da garantia

§  Se forem danificados, alterados ou reparados pisos e paredes nas áreas impermeabilizadas;

§  Reparos e/ou manutenção no sistema de impermeabilização executado por terceiros;

§  Danos ao sistema de impermeabilização, causados por instalação de equipamento ou reformas em geral;

§  Qualquer furo, abrasamento ou rasgo que danifique a impermeabilização acarretará a perda da garantia;

§  Se não forem tomados os cuidados de uso ou não foram feitas as manutenções preventivas necessárias.

Nunca jogue baldes de água diretamente sobre o piso, mesmo nas áreas que estão impermeabilizadas. Tenha o hábito de passar um pano úmido no piso regularmente, isso garantirá a conservação da cerâmica e a perfeita utilização do imóvel.

 

5.10.                    Revestimentos internos e externos

Todo material possui vida útil, porém o processo tem maior degradação nos revestimentos por sofrerem interferências externas com a ação periódica dos agentes agressivos. Um maior cuidado com estes materiais poderá prolongar sua vida útil, através de revisões e manutenções preventivas e corretivas periódicas.

Relacionamos a seguir os materiais empregados nos revestimentos internos, com seus respectivos dados técnicos, marcas e manutenções mais adequadas.

Gesso Liso

Este material foi aplicado diretamente sobre a alvenaria, mestrado, ou chapisco no caso de estrutura.

Pisos e Revestimentos Cerâmicos - Acabamentos

Utilizados em revestimento de paredes e pisos, visa dar acabamento em áreas úmidas como cozinhas, banheiros e áreas de serviço, protegendo estes ambientes aumentando o desempenho contra umidade e infiltração de água.

Facilitam também a limpeza e tornam o ambiente mais higiênico, além de possuírem uma função decorativa.

Podem ser classificados por vários critérios, entre eles o desgaste da superfície esmaltada (PEI), absorção de água, resistência mecânica e outros.

Manutenção

§  O piso fora da área do box dos banhos e lavanderia não possui caimento. Devido às tolerâncias de execução, a água poderá empoçar em algum ponto por ocorrência de pequenos desníveis. Fora do box, os ralos (ralos de segurança) tem a função apenas de facilitar o escoamento de água caso ocorra algum incidente hidráulico. Este mesmo conceito é empregado para todos os ambientes que contêm ralos (terraço e lavanderia), recomenda-se que estas áreas sejam higienizadas com germicida e pano úmido;

§  Para perfeita conservação dos azulejos e cerâmicas, peças sanitárias e ralos, verifique semestralmente o seu rejuntamento, para evitar eventuais infiltrações;

§  Em caso de reformas, proteger o piso para evitar riscos, impregnação de sujeiras, manchas, etc. A ausência de cuidados e manutenção diminuem a durabilidade e vida útil do sistema instalado;

§  A realização de nichos nas paredes dos banheiros acarreta perda de garantia do revestimento incluindo: fachada nas unidades. O proprietário responsável pela alteração deverá arcar com os danos causados;

§  Manter os pisos cerâmicos sempre limpos e isentos de sujeiras abrasivas como areia e terra, pois estes elementos são os principais agentes de desgaste para qualquer cerâmica. É de vital importância evitar ao máximo o contato da areia com os pisos cerâmicos brilhantes. A areia provoca riscos impossíveis de remover, alterando o brilho da superfície tornando-a fosca conforme a intensidade da agressão;

§  Produtos cerâmicos, especialmente os de superfície brilhantes são suscetíveis a riscos, durante o uso, dispositivos de limpeza para remoção de resíduos de areia do solado dos sapatos devem ser utilizados. Estes procedimentos são essenciais para evitar riscos e aumentar a vida útil do produto;

§  Na limpeza, evite lavagens gerais e tome cuidado nos pontos de encontro das paredes com os tetos em gesso;

§  O melhor sistema de limpeza é o uso de pano ou esponja macia, umedecidos em sabão neutro ou produtos específicos para este fim;

§  Na área da cozinha limpar com produto desengordurante regularmente, mas não utilize removedores do tipo "limpa forno";

§  Evite o uso de detergentes agressivos, ácidos, soda cáustica, bem como vassouras ou vassourinhas de piaçava. São procedimentos que atacam o esmalte das peças e retiram o seu rejuntamento. O melhor sistema de limpeza é o uso de pano ou esponja macia, umedecidos em sabão neutro ou produtos específicos para este fim, porém tome cuidado com as tomadas e interruptores;

§  Use sempre proteção para as mãos e para os olhos (luvas de borrachas e óculos de proteção);

§  Evitar bater com peças pontiagudas, que podem causar lascamento nas placas cerâmicas;

§  Cuidado no transporte de eletrodomésticos, móveis e materiais pesados, não arrastá-los sobre o piso a fim de evitar riscos, desgastes e/ou lascamentos;

§  Não utilize objetos cortantes ou perfurantes para auxiliar na limpeza dos cantos de difícil acesso, devendo ser utilizada escova apropriada;

§  Não raspar com espátulas metálicas, utilizar, quando necessário, espátula de PVC;

§  Não utilizar palhas ou esponjas de aço na limpeza de cerâmicas;

§  Em áreas muito úmidas como banheiros, deixar sempre o ambiente ventilado para evitar fungo ou bolor nos rejuntes;

§  Verificar se existem peças soltas ou trincadas e reassentá-las imediatamente com argamassa colante;

§  Antes de perfurar qualquer peça deve-se consultar este Manual e os desenhos esquemáticos de instalações no capítulo Anexos Técnicos para evitar perfurações em tubulações e camadas impermeabilizadas;

§  Para fixação de móveis ou acessórios, procure os rejuntamentos. Utilizar somente furadeira com brocas apropriadas, bem afiadas, e parafusos com buchas especiais, evitando impacto nos revestimentos que possam causar fissuras. NUNCA use prego e martelo.

IMPORTANTE: Nunca use materiais abrasivos, lã aço, saponáceos, cloro puro ou muito forte. O excesso de ácido pode causar danos irreparáveis nas placas cerâmicas.

 

ATENÇÃO

Antes da instalação de móveis ou acessórios, verificar vista esquemáticas indicando passagem de tubulações no capítulo “Anexos Técnicos” deste manual.

Sob o piso da cozinha e área de serviço passam tubulações de gás. NÃO EFETUE PERFURAÇÕES no piso ou a substituição do revestimento antes de consultar os desenhos esquemáticos no capítulo “Anexos Técnicos” deste manual.

Contrapisos

Os contrapisos e as bases para as fixações dos revestimentos foram executados com argamassa;

Cuidados de Uso

§  Durante a execução do seu piso deverá ser recomendado à empresa terceirizada que não danifique o contrapiso

§  Não deixar cair óleos, graxas, solventes e produtos químicos (ácidos, etc.);

§  Não é possível fazer qualquer demolição nem parcial do piso durante reformas e para o embutimento de tubulações;

§  Evitar bater com peças pontiagudas;

§  Cuidado no transporte de eletrodomésticos, móveis e materiais pesados: não arrastá-los sobre o piso;

§  Não utilizar objetos cortantes ou perfurantes para auxiliar na limpeza dos cantos de difícil acesso durante a execução do piso;

§  Não executar nenhum tipo de furo no contrapiso, pois pode comprometer o desempenho do sistema.

Perda de Garantia

§  Caso seja danificado o contrapiso acústico da sua unidade, o seu vizinho da unidade inferior será prejudicado.

§  Se não forem tomados os cuidados de uso

IMPORTANTE: Antes de comprar os pisos para o seu apartamento, verifique atentamente as espessuras e os níveis dos ambientes. Assim evitará o surgimento de degraus entre os cômodos e a serragem de portas e batentes. Cabe salientar que na colocação de piso de madeira, o rodapé deverá ser colado nas paredes.

 

ATENÇÃO

Pisos diferentes do previsto em projeto, tais como: mármore, granito, taco e assoalho parafusado, necessitam de tratamento do contrapiso e/ou serramento de portas e batentes, ocasionando degraus em relação ao piso dos ambientes vizinhos. Todas as modificações e tratamentos extras são de responsabilidade do Proprietário e a garantia será perdida em todos os itens que forem alterados.

Porcelanato

Utilizado em revestimento de paredes e pisos, visa dar acabamento em áreas úmidas como cozinhas, banheiros e áreas de serviço, protegendo estes ambientes aumentando o desempenho contra umidade e infiltração de água.

Facilitam também a limpeza e tornam o ambiente mais higiênico, além de possuírem uma função decorativa.

Podem ser classificados por vários critérios, entre eles o desgaste da superfície esmaltada (PEI), o desgaste da superfície não esmaltada, absorção de água, resistência mecânica e outros.

Os pisos dos banhos (fora da área do box) são nivelados em relação ao ralo, que devido às tolerâncias de execução podem apresentar pequenos desníveis. Fora do box, os ralos têm a função apenas de facilitar o escoamento de água, caso ocorra algum incidente hidráulico. Este mesmo conceito é empregado para todos os ambientes que contém ralo. Recomenda-se que estas áreas sejam higienizadas com germicida e pano úmido.

Manutenção

§  Tomar os mesmos cuidados descritos no item pisos e revestimentos cerâmicos;

§  Nunca utilizar ácidos para a limpeza do porcelanato, pois estes ácidos podem atacar e prejudicar o brilho do produto;

§  Em locais mais suscetíveis à sujeira, recomenda-se limpeza periódica com detergentes mais fortes (sem a presença de ácidos);

§  Não utilizar ceras ou ressaltadores de brilho, já que eles podem produzir efeitos não desejados na superfície do porcelanato;

§  Antes de perfurar qualquer peça deve-se consultar o capítulo “DESENHOS E CROQUIS” deste Manual do Proprietário para evitar perfurações em tubulações e camadas impermeabilizadas;

§  Não utilizar produtos corrosivos que contenham em sua composição produtos químicos tais como cloro líquido, soda cáustica ou ácido muriático. Para retirada de manchas deverá ser contratada empresa especializada em revestimento e limpeza de pedras;

§  Nunca tentar remover mancha com produtos genéricos de limpeza ou com soluções caseiras. Sempre que houver algum problema procurar consultar empresas especializadas, pois muitas vezes a aplicação de produtos inadequados em manchas pode, além de danificar a pedra, tornar a mancha permanente;

§  Evitar bater com peças pontiagudas;

§  Para a recolocação de peças, atentar-se para o uso correto da argamassa colante para cada tipo de pedra (exemplo: para mármores e granitos claros - argamassa colante específica para mármores e granitos na cor branca, para ardósias - argamassa específica, etc.);

§  A calafetação em volta das peças de metal e louças (exemplo: misturadores) deve ser feita com mastique ou massa de calafetação, não utilizar massa de vidro para evitar manchas;

§  Para remoção de manchas eventuais, são recomendados produtos específicos para cada tipo de mancha (conforme tabela):

Tipo de Mancha

Produto para Limpeza

Graxas e óleos

Água quente e detergente alcalino

Tintas

Removedor de tintas

Ferrugem e café

Água sanitária e saponáceo

Tinta de caneta

Solvente orgânico (acetona ou benzina)

Borracha de pneus

Solvente orgânico (aguarrás ou saponáceo)

Cerveja ou vinho

Detergente alcalino ou água sanitária

Mármores e Granitos

Tanto o mármore como o granito, são materiais extraídos da natureza que apresentam algumas diferenças básicas fundamentais na sua constituição:

Mármores: Material calcário metamortizado e cristalizado, compacto e normalmente consequente de sedimentações de cores variáveis.

Granitos: São rochas magmáticas granulares (consequente da mistura de lavas de vulcões), caracterizadas pelas presenças de quartzo e feldspato.

Estas diferenças na sua formação geológica fazem com que as aparências e texturas de cada uma sejam tão peculiares e diferentes do outro. Além disso, rochas ornamentais, por serem materiais provenientes da natureza, apresentam variações características (“manchas”, veios, cores), que muitas vezes podem ser confundidas com imperfeições. Na realidade, de forma geral, dificilmente se encontrará uma pedra idêntica à outra, além disso, podem conter em sua massa elementos químicos diversos, tais como óxidos de ferro, que podem provocar manchas ao longo do tempo, ou em função de reações com a água do assentamento. Ocorrências desta natureza e fissuras no próprio veio da placa não são cobertos pela garantia.

Podem ser aplicadas em pisos, paredes, ou utilizadas como bancadas de cozinha e banhos.

Manutenção

§  Os pisos revestidos com mármores e granitos devem ser mantidos sempre secos, pois são materiais que têm baixa resistência ao escorregamento e a presença de pequenas porções de líquidos de qualquer natureza pode colocar em risco a segurança dos usuários;

§  Remover com uma vassoura de pelo macio, as partículas sólidas sobre o piso, no caso de pias e bancadas utilizar um pano macio. Este procedimento evita que ocorram riscos superficiais devido ao atrito de partículas sólidas quando friccionadas sobre a pedra;

§  Aplicar um pano umedecido com água para promover a limpeza e a remoção de partículas menores que não foram removidas no processo anterior. Quando necessário utilizar uma solução de água com detergente especial para pedras (ph NEUTRO ou conforme especificado pelo fabricante). Passar um pano seco e macio para secar o piso;

§  Em caso de manchas causadas por impregnação de algum produto na pedra, nunca tentar retirá-lo a revelia, procurar sempre um especialista antes de quaisquer procedimento, pois, alguns componentes que frequentemente ocasionam manchas em pedras, quando em contato com certos tipos de elementos químicos tornam-se manchas permanentes impossíveis de serem removidas;

§  Em áreas onde existam probabilidades de contato com líquidos (café, refrigerante, óleo etc.), comida ou quaisquer outro elemento que possam ocasionar manchas, é aconselhável a aplicação de protetores contra manchas;

§  Utilizar sempre que possível capachos ou tapetes nas portas de entrada principais;

§  Sempre procurar utilizar quando necessário produtos de limpeza ou conservação específicos, projetados para mármores e granitos. Buscar sempre ter a orientação correta de utilização;

§  A utilização de ceras não é recomendável pois podem alterar as características estéticas e/ou físicas da pedra. No entanto, quando houver necessidade, principalmente em áreas de elevado tráfego de pessoas onde o desgaste é iminente, poder-se-á utilizar ceras especiais, próprias para mármores e granitos. É necessário salientar que geralmente a aplicação de ceras tornam o piso escorregadio, podendo causar acidentes. Existem produtos que até melhoram o coeficiente de atrito e são específicos para serem aplicados em pedras polidas;

§  Lembre-se que pedras naturais são extremamente permeáveis, e que o acúmulo de água pode ocasionar eflorescências e manchas em decorrência da penetração de água na pedra, sendo este, um fenômeno natural, e NÃO um defeito do material, desta maneira, não é recomendável a lavagem. Existem no mercado empresas que aplicam produtos impermeabilizantes auxiliando inclusive na diminuição de manchas;

§  O rejuntamento além da função estética, também colabora para a impermeabilidade da superfície e, portanto, não deve ser removido, sendo que o mesmo exige manutenção periódica;

§  Em áreas muito úmidas como banheiros, deixar sempre o ambiente ventilado para evitar fungo ou bolor nos rejuntes;

§  Os principais agentes de alteração em revestimentos são as substâncias aciduladas convencionalmente manuseadas nos ambientes domésticos e, nos ambientes externos, as chuvas ácidas;

§  Dentre as substâncias domésticas potencialmente nocivas para as rochas, quanto ao ataque químico e manchamento, pode-se citar:

-      As frutas cítricas (sobretudo limão),

-      Vinagre,

-      Produtos de limpeza (ácidos e alcalinos),

-      Refrigerantes gasosos,

-      Bebidas isotônicas,

-      Gasolina,

-      Querosene,

-      Bebidas alcoólicas coradas (destaque para vinho tinto),

-      Líquidos com oleosidade,

-      Óleos e graxas em geral.

Perda de Garantia

§  Manchas e perda do polimento por utilização inadequada de produtos químicos;

§  Quebra por impacto;

§  Riscos causados por transporte de materiais ou objetos;

§  Remoção da mão francesa ou suporte de tampos e/ou bancadas;

§  Utilização de máquinas de alta pressão;

§  Se não forem tomados os cuidados de uso ou não for feita a manutenção preventiva necessária.

Recomendações para bancadas

§  Nunca suba ou se apoie nos tampos e bancadas, pois podem se soltar ou quebrar causando ferimentos graves. Cuidados especiais com crianças;

§  Não devem ser retirados elementos de apoio (mão francesa, coluna do tanque etc.), podendo sua falta ocasionar quebra ou queda da peça ou bancada;

§  Não deixe frutas abertas sobre os tampos, pois o contato com as mesmas pode causar mancha de difícil remoção;

§  Realize manutenção preventiva periódica nos rejuntes existentes entre os frontões e entre as bancadas e frontões, evitando prováveis infiltrações;

§  Proteger pés de vasos e cadeiras com feltros ou materiais que evitem riscos ou manchas (por exemplo ferrugem em pés de vasos metálicos).

Rejuntamentos de Cerâmicas, Porcelanatos, Mármores e Granitos

§  Foi aplicado rejunte nos revestimentos cerâmicos da marca Quartzolite, nas cores: cinza platinum (porcelanato) e branco (cerâmica padrão). Consulte seu memorial descritivo com as especificações.

Manutenção

§  O material utilizado para o rejuntamento foi aplicado dentro das especificações técnicas contidas na embalagem do produto e de acordo com as normas técnicas;

§  Não esfregue o rejunte com escovas de aço ou ferramentas pontiagudas, desta forma você estará removendo o material aplicado e acarretará em posterior dano;

§  As perfurações, quando necessárias, devem ser feitas nos rejuntamentos;

§  Semestralmente deve ser feita a revisão do rejuntamento. Para refazer o rejunte utilize materiais apropriados existentes no mercado. Não utilize o cômodo por 24 horas após o rejuntamento;

§  Verificar o rejuntamento a cada ano, ou quando aparecer alguma falha.

 

 

ATENÇÃO

Se aparecerem manchas de umidade no teto, antes de chamar a empresa responsável pela impermeabilização, informe-se com o Proprietário da unidade superior se houve alguma alteração como - troca de peças, pisos etc., ou solicite fazer uma verificação no rejuntes das paredes (principalmente junto ao piso), piso e peças sanitárias.

Pintura

Tem por finalidade o acabamento final do produto, proporcionando:

-      Uniformidade da superfície;

-     Proteção de elementos estruturais, reboco, gesso, madeira, etc.;

-     Conforto e beleza pela utilização de cores.

Obs.: Para obter informações sobre as tintas utilizadas, consulte o final deste manual no Capitulo Anexos Técnicos.

Manutenção

§  Não esfregue as paredes;

§  Retire manchas com pano branco umedecido com água e sabão neutro;

§  Não use álcool, detergentes, querosene ou outros tipos de solvente sobre as superfícies pintadas rejuntamentos;

§  Não use produtos ácidos à base de amoníaco para a limpeza de portas pintadas, use pano branco com água e sabão neutro;

§  Mantenha a janela dos banheiros aberta para evitar ou retardar o aparecimento de manchas de bolor no teto de gesso, devido ao vapor de água quente;

§  Manter o imóvel sempre ventilado para evitar o aparecimento de mofo na pintura, resultado da soma da umidade do ar, sombra e calor;

§  Com o tempo a pintura escurece um pouco e fica naturalmente queimada. Recomenda-se, quando necessário a pintura total da parede ou cômodo;

§  Para que seu apartamento mantenha uma aparência sempre nova, recomenda-se uma pintura geral periódica, vide tabela de “Periodicidade das Manutenções” no capítulo “Garantia e Atendimento”;

§  A repintura dos tetos dos terraços ou pinturas nas áreas externas devem ser comunicadas ao síndico, tendo em vista o aspecto do edifício como um todo;

§  Limpeza em paredes e tetos: para remoção de poeira, manchas ou sujeiras, utilizar espanadores, flanelas secas ou levemente umedecidas com água e sabão neutro. Deve-se tomar o cuidado de não exercer pressão demais na superfície;

§  Repintar as áreas e elementos com as mesmas especificações da pintura original;

§  As áreas internas devem ser pintadas conforme orientações da tabela de “Periodicidade das Manutenções” no capítulo “Garantia e Atendimento”, evitando assim o envelhecimento, a perda de brilho, o descascamento e que eventuais fissuras possam causar infiltrações.

 

 

Recomendações

§  Evitar atrito nas superfícies pintadas, pois a abrasão pode remover a tinta, deixando manchas;

§  Evitar pancadas que marquem ou trinquem a superfície;

§  Evitar contato de produtos químicos de limpeza, principalmente produtos ácidos;

§  Em caso de necessidade de limpeza, jamais utilizar esponjas ásperas, buchas, palha de aço, lixas e máquinas com jato de pressão;

§  Evitar o contato com pontas de lápis ou canetas;

§  Nas áreas internas com pintura, evitar a exposição prolongada ao sol utilizando cortinas nas janelas;

§  Nos armários embutidos de dormitórios e salas, recomendamos deixar ventilação nas portas, e deixar um pequeno recuo entre o fundo do armário e a parede, principalmente se for parede externa ou parede de divisa com banheiro, com respiros no fundo do armário, sendo que a madeira do fundo do armário deverá ser lustrada também na parte voltada para a parede, ou seja, interna e externamente;

§  Em caso de necessidade de retoque, deve-se repintar todo o pano da parede (de quina a quina), para evitar diferenças de tonalidade entre a tinta velha e a nova numa mesma parede.

Revestimento Externo (Fachada)

No corpo do prédio externo foi aplicado revestimento cerâmico conforme descrição abaixo:

§  Revestimento Cerâmico Eliane 10x10cm, cor Bege Mesh A T.9515M 450 Cxs – EAN 7890943001546, com rejunte da marca Quartzolite cor bege.

A construtora não se responsabiliza por eventuais furações nas fachadas que venham a causar infiltrações e/ou carbonatações de materiais a base de cimento.

Manutenção preventiva

§  Na limpeza, evite lavagens gerais. O melhor sistema de limpeza é o uso de pano ou esponja macia, umedecidos em sabão neutro ou produtos específicos para este fim;

§  Evite o uso de detergentes agressivos, ácidos, soda cáustica, bem como vassouras ou vassourinhas de piaçava. São procedimentos que atacam o esmalte das peças e retiram o B seu rejuntamento.

§  Use sempre proteção para as mãos e para os olhos (luvas de borrachas e óculos de proteção);

§  Evitar bater com peças pontiagudas, que podem causar lascamento nas placas cerâmicas;

§  Não utilize objetos cortantes ou perfurantes para auxiliar na limpeza dos cantos de difícil acesso, devendo ser utilizada escova apropriada;

§  Não raspar com espátulas metálicas, utilizar, quando necessário, espátula de PVC;

§  Não utilizar palhas ou esponjas de aço na limpeza de cerâmicas;

§  Verificar se existem peças soltas ou trincadas e reassentá-las imediatamente com argamassa colante;

§  Na instalação de telas de proteção, grades ou equipamentos, não danificar o revestimento e tratar os furos com silicone ou mastique para evitar a infiltração de água.

ATENÇÃO

Ao iniciar a manutenção periódica, aplicar o produto de limpeza em caráter experimental em uma pequena região, e constatar se a eficiência desejada foi alcançada, lembrando sempre de proteger as esquadrias de alumínio e os vidros;

Sempre verifique se os materiais de limpeza não atacarão um dos acabamentos utilizados na fachada (caixilho, vidros, concreto etc.).

Perda de Garantia

§  Manchas e perda do polimento por utilização inadequada de produtos químicos;

§  Quebra por impacto;

§  Riscos causados por transporte de materiais ou objetos;

§  Utilização de máquinas de alta pressão;

§  Se não forem tomados os cuidados de uso ou não for feita a manutenção preventiva necessária.

Prazo de Garantia

§  Pedras quebradas, trincadas, roscadas, manchadas ou com tonalidades diferentes – no ato da entrega;

§  Peças soltas, gretadas ou desgaste excessivo que não por mau uso – 2 anos.

Tetos

Forros de gesso

Os forros de gesso instalados no imóvel são em placas de 60 x 60 cm, nos ambientes: banheiros e corredor. O sistema utilizado no condomínio é de tabica aberta, com finalidade de possibilitar dilatação entre as placas para reduzir o risco de aparecimento de trincas.

As furações devem ser feitas com serra copo adequada.

Obs.: Para obter informações sobre as tintas utilizadas, consulte Memorial de Acabamento.

Manutenção

§  Para evitar que se quebrem, não provocar qualquer tipo de impacto direto sobre os mesmos. Do mesmo modo, deve ser evitada a colocação de ganchos ou suportes para pendurar vasos ou outros tipos de objetos. Pela sua espessura, os forros não possuem resistência suficiente para suportar esse tipo de peso;

§  Sugerimos que antes de abrir vãos para luminárias, spots, ou fixar pendentes sob o forro, consultem o departamento técnico da empresa instaladora do forro;

§  Os forros de gesso são pintados com látex e são sensíveis à água, podendo ocorrer manchas no teto devido à condensação de água. Nestes casos recomenda-se uma nova pintura com látex nos forros de gesso, antes da pintura limpe o forro com o uso de detergente, formol ou água sanitária dissolvida em água (utilizar esponja ou pano levemente umedecidos);

§  Cabe salientar que estes forros são chamados de “falsos”, ou seja, rebaixados, para a passagem de tubulações entre o forro e a estrutura de concreto;

§  Cuidado com água no gesso, além de fungos e bolor, o gesso com presença constante de água se deteriora;

§  Deve-se Manter os ambientes ventilados adequadamente, para evitar o aparecimento de bolor nos tetos de banheiros e cozinhas. Poderá ocorrer o surgimento de mofo nas paredes, principalmente em ambientes fechados (armários, atrás de cortinas, etc.), combata o mofo com o uso de detergente, formol ou água sanitária dissolvida em água (utilizar esponja ou pano levemente umedecidos);

§  Repintar os forros dos banheiros anualmente;

§  Repintar paredes e tetos das áreas secas conforme orientações da tabela de “Periodicidade das Manutenções” no capítulo “Garantia e Atendimento.

 

5.11.                    Jardins, paisagismo e áreas de lazer

Os jardins do condomínio são áreas importantes para o convívio dos condôminos e para a valorização do patrimônio.

A falta de uma manutenção adequada pode, por exemplo, comprometer toda a estrutura, o solo e as plantas do jardim. E ter que refazer um jardim inteiro não é algo barato. 
Por isso, é importante saber os cuidados necessários para a manutenção, obras interessantes que podem ser feitas para melhorar o local, espécies recomendadas e espécies a evitar (inclusive em vasos colocados em espaços internos), e como lidar com problemas comuns.

Esse conhecimento é importante para lidar com profissionais e empresas que serão contratados para cuidar do seu jardim.

A falta de uma manutenção adequada pode, por exemplo, comprometer toda a estrutura, o solo e as plantas do jardim. E ter que refazer um jardim inteiro não é algo barato. 

Veja abaixo dicas simples que vão da compra de plantas à manutenção dos jardins. Oriente seus funcionários e confira junto à empresa que faz a manutenção se as dicas abaixo estão sendo seguidas.

Rega

As orientações do paisagista ou do vendedor da planta são fundamentais para definir quantas vezes ela deve ser regada. Caso não tenha, confira essas dicas:

§  As plantas expostas ao sol podem ser regadas de uma a duas vezes por semana, mas sempre com bom senso. É importante observar a reação da planta para, com o tempo, regá-la mais ou menos.

§  Vasos internos normalmente não exigem tanta água como as plantas que ficam no sol.

§  As jardineiras que ficam em locais mais altos ou com grande circulação de vento precisam de mais atenção, já que, normalmente precisam de mais água para não ficarem secas.

§  No verão, na primavera e em períodos mais quentes, as plantas devem ser regadas em dias alternados. Já nas estações mais frias, elas devem ser regadas com menos frequência. 

 

Manutenção

§  O responsável pelo jardim deve estar sempre atento às plantas daninhas. Elas podem ser retiradas de maneira mecânica, com a mão ou com uma pequena enxada mesmo.

§  A terra precisa ser adubada de três a quatro vezes por ano. Cada planta exige um tipo de adubação, por isso, procure orientações com profissionais para não errar o tipo de adubo e a quantidade. 

§  Uma vez por mês é importante que um profissional especializado aplique venenos específicos nos jardins para combater fungos e pragas. Se feito de maneira errada, esse processo pode causar a morte das plantas e até colocar em risco a saúde de quem fez o trabalho e dos moradores.

§  O processo da poda também exige cuidados e algum conhecimento técnico, já que ele pode levar a planta à morte. O ideal é que sejam podados por um jardineiro. Já as que serão moldadas, como os buxinhos, podem ser podados com mais facilidade e sem riscos

§  Não acrescente uma nova planta ao jardim do condomínio aleatoriamente. Lembre-se que as plantas não crescem só para cima, mas também para baixo. O tamanho e o tipo da raiz podem trazer problemas sérios à estrutura dos prédios e casas.

§  Independente da estação do ano, a manutenção nos jardins em condomínios de pequeno a médio porte deve ser feita uma vez por mês, mais especificamente nos períodos de estiagem ou seca quando a irrigação é um procedimento importante a ser realizado periodicamente.

§  Deve-se observar as necessidades de cada espécie, de acordo com a época, pois cada uma necessita de adubos e fertilizantes específicos

§  Tratamentos contra pragas e doenças merecem atenção especial porque podem comprometer qualquer jardim.

§  As podas devem ser feitas sempre quando a espécie estiver com folhas e galhos grandes, ou quando essa apresentar galhos secos ou doentes.

§  O inverno é a estação climática do ano que mais afeta as plantas, por isso é importante que o gramado seja coberto com substrato ou terra mista peneirada para manter a umidade e fortalecer o sistema radicular, além de realizar as podas de limpeza.

§  É no outono que deve ser feita à limpeza de canteiros e a adubação química específica; primavera e verão são as épocas para poda da grama, novas adubações químicas peculiares a cada espécie e correção do pH do solo caso haja necessário.

§  Prestar atenção na primavera e no verão, quando as doenças e pragas surgem devido ao clima mais quente e início das chuvas.

§  Sempre é necessária a renovação da quantidade de matéria orgânica do solo, bem como a correção de possíveis irregularidades.

Compra

Cada espécie de planta exige cuidados específicos, por isso, quando for comprar uma não se esqueça de esclarecer se:

§  A planta prefere o sol ou a sombra

§  Quantas vezes por dia ela deve ser regada

§  Qual a melhor maneira de plantá-la

§  A planta é perene ou tem fases

§  Evite comprar sementes, elas demoram muito para germinar e as outras plantas acabam crescendo mais rápido e ocupando seu espaço.

§  Na hora de escolher uma muda, prefira as que estão mais floridas e com as folhas mais vigorosas e sem manchas. Não se esqueça de olhar com atenção se nenhuma tem insetos que podem ir para outras plantas e causar problemas. 

Indicações

§  Algumas árvores grandes devem ser evitadas nos condomínios, como: flamboyant, mangueira, coqueiro anão e palmeiras. Lembre-se que o tamanho vertical de suas folhas também deve ser levado em conta, além da raiz.

§  Para vasos, algumas espécies têm manutenção simples e seus arbustos podem ser moldados com uma poda rápida, como: buxinhos, fícus para vasos e eugênias.

§  Uma boa opção para quem tem pouco espaço mas quer estilo são árvores frutíferas de pequeno porte, como: acerola, pitanga e romã.

§  Flores são sempre uma boa opção para os locais pequenos, já que suas raízes não precisam de muito espaço.

§  Uma boa dica para ter um jardim sempre florido é ter pés de diversas plantas, mas que florescem em diferentes épocas do ano.

§  Na hora de escolher a planta, evite as que têm espinhos e que são venenosas, como espirradeiras, espadas de São Jorge e comigo-niguém-pode. As que soltam um líquido quando a folha se quebra também não devem ser usadas, elas podem causar queimaduras.

 

5.12.                    Esquadrias de vidro

Especificações técnicas

Local

Espessura

Tipo de Vidro

Porta da cozinha

4 mm

Comum – Liso Incolor

Suítes / Dormitórios

4 mm

Comum – Liso Incolor

Sala (porta de correr)

4 mm

Comum – Liso Incolor

Cuidados de Uso

§  A limpeza de vidros deve ser feita periodicamente utilizando-se água limpa e os produtos normais de mercado, desde que os mesmos não sejam alcalinos e não contenham substâncias abrasivas ou corrosivas. Após a limpeza, os mesmos devem ser sempre enxaguados com água limpa;

§  Quando os vidros apresentarem manchas ou impressões digitais de gordura ou cola, recomenda-se a utilização de álcool, sendo que após a utilização destes solventes, recomenda-se enxaguar cuidadosamente com água limpa;

§  Recomenda-se não usar solvente para limpeza do vidro, pois se “escorrer” pode danificar o alumínio;

§  Os vidros possuem espessura compatível com a resistência necessária para o seu uso normal, por essa razão, evitar qualquer tipo de batida ou pancada na sua superfície ou nos caixilhos;

§  Não abrir janelas ou portas empurrando a parte de vidro, utilizar os puxadores e fechos;

§  Para sua limpeza, usar apenas água e sabão, álcool ou produtos especiais para esta finalidade. Não utilizar materiais abrasivos, como palha de aço ou escovas de cerdas duras;

§  No caso substituição do vidro, seguir a mesma especificação envolvendo cor, espessura, tamanho e tipo do vidro;

§  Para a conservação e limpeza de espelhos, deve-se utilizar somente uma flanela embebida em álcool, não sendo recomendável o uso de detergentes e água. O aparecimento de manchas escuras no espelho indica a oxidação do nitrato de prata, utilizado no espelhamento, a oxidação ocorre principalmente, pela presença de água;

§  Havendo necessidade de troca de vidros, um vidraceiro experiente poderá executar o reparo sem grandes dificuldades.

Manutenção Preventiva

§  A limpeza de vidros deve ser feita periodicamente utilizando-se água limpa e os produtos normais de mercado, desde que os mesmos não sejam alcalinos e não contenham substâncias abrasivas ou corrosivas. Após a limpeza, os mesmos devem ser sempre enxaguados com água limpa;

§  Quando os vidros apresentarem manchas ou impressões digitais de gordura ou cola, recomenda-se a utilização de álcool, sendo que após a utilização destes solventes, recomenda-se enxaguar cuidadosamente com água limpa;

§  Recomenda não usar solvente para limpeza do vidro, pois se “escorrer” pode danificar o alumínio;

§  Os vidros possuem espessuras compatíveis com a resistência necessária para seu uso natural. Evite qualquer tipo de batida ou pancada na sua superfície ou nas esquadrias que as suportam;

§  Havendo necessidade de troca de vidros, um vidraceiro experiente poderá executar o reparo sem grandes dificuldades;

§  Promover o uso adequado e evitar esforços desnecessários;

§  Em caso de quebra ou trinca, trocar imediatamente a peça para evitar acidentes;

§  Verificar o desempenho das vedações e fixações dos vidros nos caixilhos a cada ano;

§  A substituição de peças danificadas é de responsabilidade do proprietário no caso de unidades privativas.

Prazos de garantia

§  Quebrados, trincados ou riscados - no ato da entrega;

§  Má fixação - 1 ano.

 

Perda da garantia

§  Se não forem utilizados para a finalidade estipulada;

§  Se forem realizadas mudanças que alterem suas características originais;

§  Se não forem tomados os cuidados de uso ou não for feita a manutenção preventiva necessária.

 

5.13.                    Esquadrias de alumínio

As esquadrias metálicas foram fabricadas pela LAC e montadas pela LAC E STECS com perfis de alumínio de várias dimensões e bitolas. As esquadrias receberam acabamento em pintura eletrostática, na cor branca.

Os perfis usados nas esquadrias são suficientemente resistentes para suportar a ação do vento e outros esforços ordinários; não empenam nem apresentam defeitos de superfície ou diferenças de espessura, atendendo às exigências estéticas do projeto.

Foram montados de modo a conferir estabilidade e estanqueidade a cada tipo de esquadria, impedindo a infiltração de água.

Diante de qualquer indício de oxidação ou qualquer condição que ameace a integridade da peça entre em contato com a Cyrela.

Manutenção

§  A limpeza das esquadrias como um todo, inclusive guarnições de borrachas e escovas, deverá ser feita com solução de água e detergente neutro a 5%, com auxílio de esponja macia, no mínimo a cada 12 (doze) meses em zona urbana;

§  As janelas e portas de correr exigem que seus trilhos inferiores sejam frequentemente limpos, evitando-se o acúmulo de poeira, que com o passar do tempo vão se compactando pela ação de abrir e fechar, se transformando em crostas de difícil remoção, comprometendo o desempenho das roldanas e exigindo a sua troca precoce;

§  Deve-se manter os drenos (orifícios) dos trilhos inferiores sempre bem limpos e desobstruídos, principalmente na época de chuvas mais intensas, pois esta é a causa principal do borbulhamento e vazamento de água para o interior do ambiente;

§  Não usar em hipótese alguma, fórmulas de detergentes com saponáceos, esponjas de aço de qualquer espécie, ou qualquer outro material abrasivo;

§  Não usar produtos ácidos ou alcalinos, pois a sua aplicação poderá causar manchas na pintura, tornando o acabamento opaco;

§  Não permita que pessoas não capacitadas tentem fazer qualquer reparo, pois isso poderá causar estragos maiores e a consequente perda da garantia;

§  Não utilize objetos cortantes ou perfurantes para auxiliar na limpeza dos “cantinhos” de difícil acesso. Essa operação poderá ser feita com o uso de pincel de cerdas macias embebido na solução de água e detergente neutro a 5%;

§  Não utilizar jato de água de alta pressão para lavagem das fachadas. A força do jato pode arrancar as partes calafetadas com silicone ou qualquer outro material protetor contra infiltração;

§  Não utilize vaselina, removedor, thinner ou qualquer outro produto derivado do petróleo, pois além de ressecar plásticos ou borrachas, fazendo com que percam sua função de vedação, possuem componentes que vão atrair partículas de poeira que agirão como abrasivo, reduzindo em muito a vida do acabamento superficial do alumínio;

§  Não remover as borrachas ou massas de vedação;

§  Caso ocorram respingos de cimento, gesso, ácido ou tinta, remova-os imediatamente com um pano umedecido com detergente neutro a 5% e, logo após, passe uma flanela seca;

§  Todas as articulações e roldanas trabalham sobre a camada de nylon auto lubrificante, razão pela qual dispensam quaisquer tipos de graxa ou óleo lubrificante;

§  Estes produtos não devem ser aplicados às esquadrias, pois em sua composição poderá haver ácidos ou componentes não compatíveis com os materiais usados na fabricação das esquadrias;

§  Reapertar delicadamente a cada ano, com uma ferramenta adequada, todos os parafusos aparentes dos fechos, fechaduras ou puxadores e roldanas responsáveis pela folga do caixilho de correr junto ao trilho, sempre que necessário;

§  As janelas maxim-ar podem ser mantidas abertas, com pequena angulação, em caso de chuvas moderadas. Entretanto, em caso de rajadas de vento, os caixilhos podem ser danificados, portanto fique atento para travar as janelas nessas situações;

§  Verificar a vedação e fixação dos vidros a cada ano;

§  Não deixar ventilações e janelas completamente estanques à passagem do ar;

§  Não apoiar escadas ou outros objetos na superfície das esquadrias e evitar impactos sobre as mesmas;

§  Os trincos não devem ser forçados. Se necessário, aplicar suave pressão ao manuseá-los;

§  Verificar nas janelas maxim-ar a necessidade de regular o freio. Para isso, abrir a janela até um ponto intermediário (aproximadamente 30°), no qual ela deve permanecer parada e oferecer certa resistência a qualquer movimento espontâneo. Se necessário, a regulagem deverá ser feita somente por pessoa especializada, para não colocar em risco a segurança do usuário e de terceiros. 

Prazos de garantia

§  Borrachas, escovas, articulações, fechos e roldanas - 2 anos;

§  Acabamento dos perfis de alumínio, fixadores e revestimentos em painel de alumínio - 5 anos;

§  Riscada, amassada e manchada - no ato da entrega.

Perda da garantia

§  Se forem feitas instalações de cortinas ou qualquer aparelho, tais como: persianas, ar condicionado, molas etc., diretamente na estrutura das esquadrias, ou que com elas possam interferir;

§  Se for feita qualquer mudança na esquadria, na sua forma de instalação e na modificação de seu acabamento (especialmente pintura), que altere suas características originais;

§  As linguetas das portas e janelas de correr são sensíveis a fortes impactos, portanto deve-se ter cuidado ao manuseá-lo. O mau uso do sistema acarreta perda de garantia;

§  Se a esquadria for removida por reformas ou qualquer motivo;

§  Se não forem tomados os cuidados de uso ou não for feita a manutenção preventiva necessária.

ATENÇÃO

A ventilação permanente existente nos caixilhos e porta da cozinha para a área de serviço em hipótese alguma deve ser bloqueada ou obstruída, pois é um elemento importante aos ambientes que recebem equipamentos a gás. As ventilações permanentes foram estabelecidas conforme norma NBR 13103;

É muito importante fazer a manutenção preventiva das esquadrias de alumínio, pois com a incidência de sol, chuva, manuseio natural, falta de limpeza periódica, podemos ter problemas de vedação e outros inúmeros problemas, envolvendo inclusive a segurança dos usuários do Edifício. Vale lembrar que a manutenção preventiva serve para evitar problemas futuros.

 

5.14.                    Portas e Ferragens

Portas

Batentes e guarnições

Os batentes são em MDF, com acabamento em pintura U.V., sendo fixados com espuma de poliuretano, e as guarnições fixadas com sistema de encaixe.

Portas em Madeira

Possuem os modelos, com acabamento em pintura U.V.:

TORRE A – Marselha e Lion / TORRE D – Arles e Saint-Remy

§  Porta de entrada apartamento: dimensões 90 x 225 cm

§  Porta Banhos : Lisa, dimensões 70 x 225 cm

§  Portas Suítes e Quarto: Lisa, dimensões 80 x 225 cm.

§  Porta Dependência de Serviço (apartamentos de 92m²): Lisa, dimensões 70 x 225 cm  

TORRE B – Cannes e Toulon / TORRE C – Avignon e Nice

§  Porta de entrada apartamento: dimensões 90 x 225 cm

§  Porta Banhos : Lisa, dimensões 70 x 225 cm

§  Portas Suíte e Quarto: Lisa, dimensões 80 x 225 cm.

Ferragens

§  Porta de entrada social: marca La Fonte, linha Performace Inox, ref. KIT 454 IN X 313 IN X 313IN EC INP OF, com dobradiças inox.

§  Portas internas: marca La Fonte, linha Performace Inox, ref. KIT 454 IN X 313 IN X 313IN ECH INP OF, com dobradiças inox.

§  Portas banhos: marca La Fonte, linha Performace Inox, ref. KIT 454 IN X 313 IN X 313IN TE4NP OF, com dobradiças inox.

§  Portas de correr: marca La Fonte, puxadores em barra tubular 30 cm, máquina ST2 evolution trinco rolete e par de pivô 100 para portas com até 60kg.

ATENÇÃO

A veneziana existente na porta do WC e Cozinha em hipótese alguma deve ser bloqueada ou obstruída, pois é um elemento importante para a ventilação permanente nos ambientes que não possuem ventilação natural.

Cuidados de Uso

§  Não arrastar objetos maiores que os vãos das portas podendo danificar seriamente as esquadrias;

§  Manter as portas permanentemente fechadas, evitando assim o seu empenamento ou danos devidos às rajadas de vento;

§  Para evitar emperramentos de dobradiças e parafusos, verificar que estes estejam sempre firmes e que nenhum objeto se interponha sobre as portas;

§  A limpeza das esquadrias como um todo, deve ser feita com uma flanela seca, ou quando necessitar de uma limpeza mais profunda use apenas um pano branco com sabão neutro, não esfregue apenas uma região da porta, mas limpe-a toda por igual, tomando o cuidado de retirar o excesso de pó antes com um espanador ou escova; feito isso, retire o produto com um pano branco umedecido em água limpa, NÃO use produtos a base de amoníaco ou ácidos;

§  Lubrifique periodicamente as dobradiças com uma pequena quantidade de pó de grafite;

§  Evite furar ou fixar objetos nas portas;

§  As portas e ferragens não estão dimensionadas para receber aparelhos de ginástica ou equipamentos que causem esforços adicionais;

§  Não usar em hipótese alguma, fórmulas de detergentes com saponáceos, esponjas de aço de qualquer espécie, ou qualquer outro material abrasivo;

§  Recomendamos não bater as portas, pois, além de causar trincas na madeira e na pintura, as batidas poderão ocasionar danos às fechaduras e aos revestimentos das paredes;

§  São entregues batedores de silicone em todas as portas a fim de não prejudicar as paredes, maçanetas, guarnições e batentes.

Ferragens

§  Para a limpeza das fechaduras e ferragens, use uma flanela simples, evitando qualquer tipo de produto abrasivo, o que pode ocasionar a remoção do verniz, bem como manchas;

§  Lubrificar anualmente as dobradiças e fechaduras com produtos específicos disponíveis no mercado.

Manutenção Preventiva

§  Recomendamos não bater as portas, pois, além de causar trincas na madeira e na pintura, as batidas poderão ocasionar danos às fechaduras e aos revestimentos das paredes;

§  Para a limpeza das fechaduras e ferragens, use uma flanela simples, evitando qualquer tipo de produto abrasivo, o que pode ocasionar a remoção do verniz, bem como manchas;

§  Lubrifique periodicamente as dobradiças com uma pequena quantidade de pó de grafite;

§  Evite furar ou fixar objetos nas portas;

§  Limpeza das portas pintadas – nas portas pintadas use uma flanela seca, ou quando necessitar de uma limpeza mais profunda use apenas um pano branco com sabão neutro, não esfregue apenas uma região da porta, mas limpe-a toda por igual; feito isso, retire o produto com um pano branco umedecido em água limpa, NÃO use produtos a base de amoníaco ou ácidos;

§  Para evitar emperramentos de dobradiças e parafusos, verificar que estes estejam sempre firmes e que nenhum objeto se interponha sobre as portas;

§  As portas e ferragens não estão dimensionadas para receber aparelhos de ginástica ou equipamentos que causem esforços adicionais;

Prazos de garantia

§  Lascadas, trincadas, riscadas ou manchadas - no ato da entrega;

§  Empenamento, descolamento, trincas na madeira - 1 ano.

Perda da garantia

§  Alteração das ferragens, fornecidas quando da entrega da unidade;

§  Instalação de molas (dobradiças/aéreas);

§  Remoção da folha da porta, por quaisquer motivos;

§  Batidas de portas ocasionando danos às fechaduras, dobradiças, batentes, guarnições, vedações adjacentes etc.;

§  Exposição das esquadrias a umidade;

§  Se for feita qualquer mudança na esquadria, na sua forma de instalação, na modificação de seu acabamento (especialmente pintura), que altere suas características originais;

§  Se for feito corte do encabeçamento da porta;

§  Se for evidenciado lavagem das esquadrias ou lavagem do piso com água corrente ou maquinários que possam prejudicar seu funcionamento;

§  Se for detectado mau uso;

§  Se não forem tomados os cuidados de uso ou não for feita a manutenção preventiva necessária.

 

5.15.                    Elevadores

Os elevadores foram montados pela Atlas Schindler e fabricados de acordo com as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) NM 209:1999 e de legislação específica da Prefeitura do Município de São Luís.

Disposições

Torres A / B / C / D:

§  2 elevadores sociais e 1 elevador de serviço por torre.

Os elevadores estão equipados com:

§  Dispositivo de alarme e luz de emergência na cabina, com alimentação automática em caso de interrupção de fornecimento de energia;

§  Dispositivo automático para funcionamento com força de emergência (DAFFE);

§  Sistema de intercomunicação por interfone para guarita.

Elevadores sociais

Elevadores de serviço:

§  Capacidade: 8 pessoas ou 600 kg;

§  Altura da cabina: 2,20 m;

§  Dimensão das portas: 0,80 x 2,10 m;

§  Capacidade: 8 pessoas ou 600 kg;

§  Altura da cabina: 2,20 m;

§  Dimensão das portas: 0,80 x 2,10 m;

Manutenções e Recomendações

§  Por se tratar de um equipamento complexo e sensível, somente empresas especializadas na sua manutenção e conservação devem ter acesso as suas instalações e a casa de máquinas;

§  Recomenda-se que o condomínio contrate a própria Atlas Schindler para fazer a manutenção dos equipamentos;

§  Exigir sempre a identidade funcional do técnico;

§  Informar ao técnico todas as irregularidades observadas e auxiliá-lo sempre;

§  Não assine a ficha de serviço em branco ou preenchido irregularmente;

§  Pedir cópia da ficha de atendimento preenchida pelo técnico do Atendimento;

§  Controlar a frequência das inspeções, verificar os registros e assinar o cartão caso estiver de acordo com as intervenções;

§  É importante que o Condomínio tenha um contrato de manutenção para os elevadores com uma empresa especializada que dê suporte 24 horas por dia;

§  Antes de entrar no elevador verifique se este se encontra parado no andar;

§  Apertar o botão de chamada apenas uma vez;

§  Observar o degrau formado entre o piso do pavimento e o piso do elevador;

§  Não ultrapassar a carga máxima permitida, que está indicada acima e em uma placa no interior da cabina;

§  Não permitir que crianças brinquem ou trafeguem sozinhas nos elevadores;

§  Jamais utilizar os elevadores em caso de incêndio;

§  Caso falte energia, o gerador fará com que os elevadores funcionem em regime de emergência (vide próximo item – DAFFE);

§  Jamais tentar retirar passageiros da cabina quando o elevador parar entre pavimentos, pois há grandes riscos de ocorrerem sérios acidentes;

§  Nunca entrar no elevador com a luz apagada;

§  Não retirar a comunicação visual de segurança fixada nos batentes dos elevadores;

§  Não pular ou fazer movimentos bruscos dentro da cabina;

§  Colocar acolchoado de proteção na cabina para o transporte de cargas volumosas, especialmente durante mudanças;

§  Em casos de existência de ruídos e vibrações anormais, comunicar o zelador ou responsável;

§  Não utilizar indevidamente o alarme e o interfone, pois são equipamentos de segurança;

§  Entre e saia da cabina olhando para a soleira das portas. Pode existir um desnível ente o piso do elevador e o hall do elevador;

§  Não segure o elevador em seu andar;

§  Não forçar portas de cabinas nos pavimentos;

§  Não fume na cabina, pois é proibido por lei;

§  Evite segurar a porta aberta mais que o tempo necessário para o embarque e desembarque;

§  Os poços dos elevadores devem ser mantidos permanentemente limpos, evitando-se a água proveniente principalmente de lavagens de piso;

§  Não atire lixo no poço do elevador;

§  Recomenda-se não utilizar o elevador caso o usuário esteja sozinho no edifício, já que, em casos de retenção na cabina, não existirão outras pessoas para efetuarem os procedimentos necessários para o caso de passageiro preso descrito abaixo.

Dispositivo Automático para funcionamento com força de emergência (DAFFE)

Sempre que ocorrer a paralisação dos elevadores por falta de energia, eles serão alimentados pela energia do gerador dos edifícios. Esta energia alimentará o despacho de emergência e permitirá automaticamente a partida do primeiro elevador, que descerá para o pavimento térreo, sem atender nenhuma chamada.

Ao chegar ao térreo, abrirá suas portas para liberar os passageiros, em seguida partirá automaticamente o outro elevador, o qual descerá, sem atender nenhuma chamada, para o pavimento térreo onde abrirá suas portas para liberar os passageiros, identicamente ao elevador anterior.

A partir disso, elevador de serviço da torre funcionará em regime de emergência.

Ao ser restabelecida a energia, após o desligamento do gerador de energia, os elevadores terão suas partidas normalizadas.

Medidas de Segurança

§  Em caso de defeito, deve-se comunicar o mais rapidamente possível a empresa responsável pela manutenção;

§  Em cada cabina está instalado um interfone que possibilita a comunicação com a guarita do condomínio;

§  Se eventualmente alguém ficar preso no elevador, acione o botão de alarme ou interfone localizado no painel da cabina do elevador que, interligado a portaria do edifício, comunicará o defeito do equipamento; em seguida, um funcionário do condomínio lhe prestará as informações e ajuda, chamando a empresa responsável pela manutenção dos elevadores;

§  Não permita que nenhum funcionário do condomínio abra a porta do elevador em caso de pane. Aguarde a equipe de manutenção chegar. Este procedimento evita acidentes graves;

§  O transporte de cargas concentradas e pesadas como cofres, exige regulagens especiais dos freios e manobras em baixa velocidade. Sempre que necessário comunicar o posto de atendimento, para que o mesmo tome providencias de acompanhamento;

§  Em caso de acidente, desligar a chave geral no quadro de força do edifício;

§  Entrar em contato com o posto de atendimento solicitando o envio de um técnico e do corpo de bombeiros dependendo da gravidade do problema;

§  O elevador não deve funcionar com água no poço ou ao longo da caixa.

 

 

6.   Manutenção

O proprietário ou condomínio deve elaborar o programa de manutenção. A observação e o cumprimento do programa de manutenção fornecem subsídios para o bom funcionamento da edificação, atendendo às condições de saúde, segurança e salubridade do usuário.

 

6.1. Programa de manutenção preventiva